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Música Contra a Doença de Alzheimer

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Neurocientistas europeus tentam entender por que uma grande parte dos doentes de Alzheimer conserva as suas memórias musicais. De acordo com a conclusão dos pesquisadores, a experiência de ouvir música é, para o cérebro, diferente daquela de lembrá-la e nos dois processos atuam diferentes redes cerebrais
Na semana passada, uma matéria publicada na seção de ciência do jornal El País chamou minha atenção. Diz a matéria: "Sem saber bem por que, a música é uma das poucas armas que os terapeutas têm para fazer frente à progressão da doença de Alzheimer. Apesar da devastação provocada por essa doença no cérebro e, especialmente, na memória, uma grande parte dos doentes conserva suas memórias musicais, mesmo nas fases mais tardias. Agora um estudo mostra as possíveis causas desse fenômeno: a música é armazenada em áreas do cérebro diferentes daquelas do resto das memórias. O lobo temporal, porção do cérebro que vai da têmpora à parte de trás da orelha é, entre outras coisas, a discoteca…

Alzheimer: O Estudo Como Antídoto?

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Segundo pesquisadores brasileiros, a escolarização, mesmo pouco ou tardia, atua como um antídoto contra a doença de Alzheimer. Segundo os especialista, ao estudar são formados novas conexões entre os neurônios, aumentando a possibilidade de contornar lesões cerebrais
Pesquisadores brasileiros provaram que doenças devastadoras como Alzheimer e outras demências ligadas ao envelhecimento podem ser contornadas com o acesso à educação. Eles observaram que pessoas com maior grau de escolaridade tinham menor risco de desenvolver sintomas clínicos, como a perda da memória, resultantes de lesões cerebrais. No estudo, realizado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, foram analisados 675 cérebros de indivíduos que tinham mais de 50 anos. Paralelamente à análise, foram feitas entrevistas com parentes próximos destas pessoas. “Surpreendentemente, notamos que alguns indivíduos que tinham o cérebro tomado por lesões, o que levava a crer que se tratava de alguém doente, não apresentava…

Insulina Contra A Doença de Alzheimer

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Na Doença de Alzheimer, áreas do tecido cerebral são danificadas e algumas mensagens não são transmitidas, causando os sintomas da doença, caracterizada principalmente pela perda progressiva da memória
Nos Laboratórios de Doenças Neurodegenerativas e deNeurobiologia da Doença de Alzheimer do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, pesquisadores descobriram que a administração de insulina  em neurônios, associada à rosiglitazona, um medicamento utilizado no tratamento de pacientes com diabetes tipo 2, pode ser uma arma valiosa no combate à doença de Alzheimer, ainda sem cura. Testes de laboratórios conduzidas pela bióloga e neurocientista Fernanda De Felice e pelo bioquímico e também neurocientista Sérgio Teixeira Ferreira, revelaram que a experiência efetivamente evita a progressão da degeneração dos neurônios. Ao longo dos últimos 5 anos, os cientistas já vinham relacionando a doença de Alzheimer ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. Evidências epidemiológicas indicavam que, do ponto …