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Mostrando postagens com o rótulo epidemiologia

Projeto Viroma Global

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Representado pela Fiocruz, Brasil participa do Projeto Viroma Global (PVG), uma iniciativa internacional que propõe identificar e caracterizar os vírus com potencial de risco, gerando conhecimento que possibilite prever as próximas epidemias e mitigar seus danos. Estudos recentes estimam que o mundo conhece apenas 1% dos vírus que podem causar doenças. Mudanças demográficas e ambientais, além do mercado global e trânsito internacional de pessoas, contribuem para o aumento e propagação de vírus novos e reemergentes, como HIV, ebola, Mers, síndrome respiratória aguda grave (SARS), dengue, chikungunya, zika etc.
Com o objetivo de identificar e caracterizar os vírus com potencial de risco, gerando conhecimento que possibilite prever as próximas epidemias e mitigar seus danos foi lançado este o ano o Projeto Viroma Global (PVG), uma iniciativa internacional que propõe uma estratégia absolutamente diversa da que tem sido adotada ao combate dos riscos virais. O PVG se baseia na estimativa de…

Um País Acuado Por Um Mosquito Odioso

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Surgido em áreas silvestres da África, o mosquito Aedes aegypti – nome que significa "odioso do Egito" – é combatido no país desde o início do século passado. Chegou às Américas na época da colonização em navios que faziam o tráfico transatlântico de escravos e,  ao longo dos séculos , encontrou no ambiente urbano um espaço ideal para sua proliferação. O risco de reintrodução da febre amarela urbana no Brasil pelo Aedes é real e a Sociedade Brasileira de Virologia aconselha a todas as pessoas que vivem em áreas de risco que procurem um posto de vacinação para diminuir a chance de ocorrência de um surto urbano da doença.
O risco de reintrodução da febre amarela urbana no Brasil pelo Aedes aegypti acendeu um sinal de alerta nas instituições de saúde pública e trouxe à tona antigas preocupações sobre esta doença no país. A preocupação das autoridades é real, visto que a reurbanização da doença representaria uma tragédia já vivenciada por nossa população no século passado. No in…

Guerra Biológica Contra os Índios?

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O terrorismo bacteriológico, que aterroriza o mundo ocidental desde que começaram a aparecer correspondências infectadas com antraz no Estados Unidos, não é uma novidade na história do Brasil. Embora não tenham sido cientificamente comprovados, são muitos os relatos de contaminação deliberada de populações indígenas brasileiras pelo menos até os anos 60. 
Não é de hoje que muitos historiadores, antropólogos e epidemiologistas pedem que investiguem mais profundamente os relatos de uso de armas biológicas contra os nossos indígenas em vários episódios da História do Brasil. Citada em várias publicações, a contaminação deliberada de populações indígenas brasileiras foi muito utilizada pelo menos até os anos 60. Embora não tenham sido cientificamente comprovados, são muitos os relatos de contaminação deliberada de populações indígenas brasileiras. “Esse é um assunto que merece ser melhor pesquisado, tanto nas fontes históricas, como na memória oral de índios ainda vivos”, avalia o antropó…

O Ebola e a Epidemia do Preconceito nas Redes Sociais

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Em meio a dúvidas sobre sintomas, riscos de infecção e especulações sobre a confirmação ou não do caso de Ebola no Brasil, alguns internautas mais uma vez publicaram comentários racistas nas redes sociais. As ofensas associam o vírus ebola à população de origem africana. Na foto: homem deixado numa rua da Libéria suspeito de ter morrido pela infecção do vírus mortal.
A possibilidade ainda não confirmada de um caso de Ebola no Brasil tem causado uma epidemia de preconceito na Internet. Em meio a especulações sobre a confirmação ou não do caso em nosso país, alguns internautas publicaram comentários racistas, associando o vírus ebola à população de origem africana.O vírus ebola se espalhou pelas redes sociais desde a primeira suspeita de infecção no país, reportada em Cascavel, no interior do Paraná. Da noite de quinta-feira até a manhã desta sexta (10/10), o termo "ebola" foi compartilhado 120 mil vezes pelo Twitter em português. A palavra Guiné, país de onde veio o paciente,…

Sobre o Vírus Ebola

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Apesar da alta taxa de mortalidade do vírus Ebola em regiões da África, especialistas em infectologia descartam o risco de uma disseminação global da doença. O Ebola é o vírus mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo (crédito)
Atualmente a África está vivendo a pior epidemia do vírus Ebola da sua história, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Até o dia 27 de julho de 2014, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa, Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. E foi justamente nesse país que o médico norte-americano Kent Brantly, que atua em uma entidade cristã se infectou com o vírus Ebola enquanto desenvolvia um trabalho de combate ao surto da doença na Libéria. Brantly, de 33 anos, foi levado para os Estados Unidos para…

A Febre de Mayaro e a Dengue

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Cientistas temem adaptação de vírus amazônico causador da febre de Mayaro ao mosquito urbano que causa a dengue, o Aedes aegypti (foto). Já foi provado em laboratório que o referido vírus consegue se adaptar ao corpo do Aedes
Pesquisadores brasileiros correm contra o tempo e a pouca atenção governamental dada à febre de Mayaro, uma doença bem parecida com a dengue e comum na Amazônia. O vírus desta febre também é transmitido por mosquito, e aí está o grande temor dos especialistas. Se desde sempre o principal vetor da febre de Mayaro é o mesmo inseto que transmite a febre amarela silvestre, o Heamagogus, já foi provado em laboratório que o vírus consegue se adaptar ao corpo do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, que prolifera nas cidades em qualquer ambiente com água limpa empoçada. — Se o vírus se adaptar no ambiente natural à transmissão pelo Aedes aegypti, aí teremos a chance de propagação pelo Brasil inteiro, o que preocupa. A febre de Mayaro tem que ser mais estudada…

Por Que Temos Tanto Medo da Gripe ?

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Com o fim da moratória imposta aos pesquisadores da gripe aviária, a pergunta se faz pertinente: Por que temos tanto medo da gripe hoje em dia?   Na foto frango recebe injeção contra gripe aviária na China: estudos sobre a doença causaram medo de bioterrorismo.
Esta semana o portal iG publicou na sua coluna de ciência uma matéria muito interessante sobre gripe. O título da matéria era "Por que a gripe se tornou um bicho papão?" e apresenta de forma apropriada como uma doença corriqueira consegue tirar o sono dos cientistas do mundo inteiro atualmente. Afinal. por que tanta preocupação com uma moléstia tão comum em plena era do avanço científico e tecnológico da medicina? Vamos tentar compreender lendo alguns trechos da matéria que o jornalista Alessandro Barros Greco preparou para o iG. "Ano passado, quando dois laboratórios -- um na Holanda e outro nos Estados Unidos -- anunciaram que haviam conseguido criar uma versão do vírus da gripe aviária (conhecido como H5N1) de…

Surtos de Leishmaniose Chegam às Grandes Cidades

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Pesquisadores alertam sobre a dispersão mundial da doença, que já atinge países da Europa e é endêmica em 98 países. na foto: mosquito-palha, vetor da doença

Endêmicas em 98 países, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as leishmanioses são responsáveis pela morte de cerca de 50 mil pessoas todos os anos. Segundo pesquisadores, surtos já alcançam grandes cidades e dispersão mundial da doença já atinge países da Europa. São as formas mais comuns da doença a leishmaniose visceral (LV), que leva à morte se não forem tratadas nas primeiras semanas, e a leishmaniose cutânea (LC), que provoca lesões crônicas ou de cura espontânea na pele e nas cartilagens. A epidemiologia e o controle da doença foram apresentadas por pesquisadores do Brasil, da Argentina e da Espanha, e integraram a programação do XVIII Congresso Internacional de Medicina Tropical e Malária, nesta semana. Pesquisador da Universidade de Brasília (UNB), Gustavo Romero, criticou as atuais formas de prevenção da …

Tuberculose no Brasil: Uma Doença Cada Vez Mais Negligenciada

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Brasil esbarra em norma interna para produzir remédio contra tuberculose.
Apesar de laboratórios poderem fabricar medicamento quatro em um, país precisa alterar resolução da Anvisa
Sabemos que a tuberculose está entre as doenças negligenciadas, mas tanta negligência assim também já é demais.Um dos países com mais casos de tuberculose no mundo, o Brasil esbarra em uma norma interna para produzir um remédio contra a doença. Três laboratórios podem fabricar o medicamento quatro em um, que reúne quatro princípios ativos em um comprimido e é considerado o mais eficaz pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, para o remédio ser fornecido, o país precisa alterar uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente, as normas do órgão regulador não permitem que quatro drogas sejam combinadas em um único remédio. Para autorizar a produção do quatro em um, portanto, a Anvisa precisa rever uma resolução, o que foi pedido há mais de um ano. O processo é sigiloso e a…

As Piores Epidemias da História

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As carroças cheias de cadáveres, pessoas agonizando no meio das ruas, religiosos malucos. Essas foram as consequências da peste negra. Surgida na Idade Média, a doença matou metade da Europa e parte da China.
As epidemias se caracterizam pela contaminação de um grupo de pessoas muito grande, como uma cidade ou uma região, num período muito curto de tempo. Se a contaminação atingir áreas mais amplas, ela é chamada de pandemia. Na história viu-se muitas vezes a humanidade se descabelar por causa dessas doenças desagradáveis. Acredita-se que o homem criou as condições ideais para suas epidemias quando começou a domesticar animais, que já possuíam seus próprios micróbrios, ou quando começou a armazenar alimentos, prática que atraía muitos animais perigosos à saúde, sem contar a exposição a esse tipo de comida que, digamos, estariam em más condições (no mínimo). Além disso, o modo de vida contemporâneo vai desafiando cada vez mais os tipos de epidemias, que se desenvolvem em complexos cada…

O Brasil de Jeca Tatu a Chico Bento

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Os personagens Jeca tatu, de Monteiro Lobato, e Chico Bento, de Maurício de Souza, são representações  da figura do caipira em dois momentos distintos da história de nosso país
No Brasil, o termo  "caipira" tem dois sentidos. Um ligado à idealização da natureza; outro à ignorância e ao atraso. Este último eternizado na figura do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, influenciou na caracterização do personagem de quadrinhos Chico Bento e serviu de base para a compreensão do bom e velho homem do campo, conforme atesta Geisa Fernandes, pesquisadora do Observatório de Histórias em Quadrinhos (ECA/USP) e autora do artigo "Brasil caipira" que saiu na edição  de dezembro de 2011 da Revista de História da Biblioteca Nacional. Monteiro Lobato (1882-1948) foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, c…

A Internet nos Tempos do Cólera

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Com base em fontes não oficiais da internet, como redes sociais e ‘sites’ de notícias, pesquisadores elaboraram um mapa epidemiológico do Haiti. Os dados fornecidos coincidiram em grande parte com as estatísticas oficiais, liberadas até duas semanas depois.
A internet e as redes sociais já mostraram potencial como espaço profícuo para manifestações sociais e luta política. Também têm ajudado a desvendar enigmas e acelerar o progresso da ciência por meio da construção de conhecimento colaborativo. Agora, uma pesquisa realizada no Haiti pela Universidade de Harvard sugere sua utilização, no futuro, como um importante indicador epidemiológico para o monitoramento de surtos e epidemias.  Em situações epidêmicas, a agilidade na obtenção de dados confiáveis de progressão da doença é fundamental para evitar o maior número possível de mortes. No entanto, as estatísticas oficiais costumam demorar dias para serem validadas e divulgadas. A análise do surto de cólera ocorrido no Haiti em 2010 mostr…

Pesquisa sobre a Atividade da Fêmea do Aedes

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Pesquisa da Fiocruz revela que o vírus da dengue deixa as fêmeas do 'Aedes aegypti' mais ativas durante todo o dia. As fêmeas do Aedes aegypti’ (na foto) infectadas com o sorotipo 2 da dengue se locomoveram entre 10% e 50% a mais do que as ‘mosquitas’ sem o vírus da doença. O estudo pode ajudar no desenvolvimento de novas estratégias para o controle da doença.

O resultado de um estudo inédito desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mostrou que as fêmeas do Aedes aegypti têm maior atividade locomotora quando estão infectadas pelo vírus da dengue. Em comparação com fêmeas não infectadas, elas apresentaram aumento que varia de 10% a 50% na atividade. Segundo os pesquisadores, a mudança de comportamento pode estar relacionada ao relógio circadiano, como é chamado o mecanismo interno que controla os ritmos biológicos com período de aproximadamente 24 horas. Essa abordagem diferenciada traz contribuições quanto a um aspecto ainda pouco explorado na biologia de insetos…

Superbactérias: Um Problema Sério de Saúde Pública

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Segundo a OMS, a cada ano mais de 25 mil pessoas morrem na União Europeia em decorrência de infecções de bactérias que driblam até mesmo antibióticos recém-lançados.Por enquanto estes processos infecciosos estão restritos, é preciso ter uma vigilância muito grande de ordem epidemiológica para contenção do espalhamento destas bactérias pelo planeta.
Há cerca de duas semanas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a incidência de infecções por superbactérias resistentes a drogas atingiu níveis sem precedentes em todo o planeta. O sério problema já ameaça criar um cenário de proliferação de infecções incuráveis, e no Brasil as consequências desta realidade já começam a ser sentidas. Segundo o chefe da área de infectologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professor Francisco Hideo Aoki, a mobilidade de pessoas por todo o mundo hoje põe em risco os países, e uma vigilância preventiva seria necessária - além das medidas de bloqueio, …

Quando os Ratos Valiam Dinheiro

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Os ratos representam um grave problema para a saúde pública, pois participam de uma cadeia epidemiológica com capacidade para a transmissão de, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 200 doenças.
Quando Rodrigues Alves (1848-1919) assumiu a Presidência da República em 1902, sua meta era o saneamento da capital federal, na época o Rio de Janeiro. Naquele momento, o Brasil tinha como projeto político a sua modernização segundo os padrões europeus. As epidemias que atingiam o Rio de Janeiro, como a febre amarela, a varíola e a peste, eram vistas como indícios de atraso. Para mudar a situação, o presidente indicou para o prefeito do Distrito Federal o engenheiro Francisco Pereira Passos (1836-1913), que comandou uma ampla reforma na cidade. O sanitarista Oswaldo Cruz (1872-1917) foi nomeado para a direção da Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP), órgão federal responsável pelo combate às grandes epidemias, assumindo o cargo em março de 1903 com total responsabilidade sobr…

Matemática da Dengue

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Modelo matemático computacional simula uma epidemia de dengue e mostra que a movimentação humana, a natalidade e os infectados assintomáticos influenciam na disseminação do vírus tanto quanto o mosquito transmissor (foto).
Um novo modelo matemático virtual desenvolvido por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, ajuda a compreender melhor a dinâmica da dengue em grandes cidades. O estudo, publicado no periódico PLoS Neglected Tropical Diseases, aponta os principais fatores associados à manutenção da doença e demonstra que uma epidemia é possível mesmo com poucas residências alojando o Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. No lugar das equações diferenciais, geralmente empregadas em estudos epidemiológicos, o SET Model, como foi batizado o modelo, leva em conta fatores de tempo e espaço. “Com esse modelo podemos saber não somente quantos humanos e mosquitos infectados …

Biotecnologia no Combate à Malária

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Fotos do mosquito transmissor da malária. Acima, larvas, sendo a do meio selvagem, enquanto as duas ao seu lado, diferenciadas pelas manchas verdes (fluorescências), são transgênicas. A imagem de baixo segue a mesma lógica: o mosquito adulto da esquerda é selvagem enquanto o da direita é transgênico
Os medicamentos usados contra os protozoários causadores da malária e os inseticidas aplicados contra os mosquitos transmissores da doença já não surtem os efeitos desejados, porque surgiram parasitas e insetos resistentes a esses produtos em vários países do mundo. Além disso, desenvolver uma vacina contra a malária é uma tarefa bastante difícil, porque os mecanismos genéticos do protozoário são bastante complexos. Também vai levar algum tempo para o mosquito transgênico da foto acima poder ser utilizado no combate à malária (os primeiros mosquitos do gênero Anophelesincapazes de transmitir o parasita da malária foram desenvolvidos em 2002 em um laboratório da Case Western Reserve University…