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Transplantes e Doação de Órgãos

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O transplante é um procedimento cirúrgico em que há reposição de um órgão (coração, pâncreas, pulmão, fígado, rim) ou de tecidos (medula óssea, ossos, córneas) de um indivíduo doente por outro órgão ou tecido saudável de um doador, morto ou vivo. A doação após a morte acontece quando a pessoa é diagnosticada com morte encefálica e sua família autoriza a retirada de seus órgãos para transplantes. Já, a doação em vida é um ato voluntário do próprio doador e, de acordo com a legislação brasileira, só pode ser feita por parentes de até quarto grau do receptor ou pelo cônjuge. “Se não for familiar, é exigida a autorização judicial, para evitar qualquer possibilidade de comércio”, explica o médico Valter Duro Garcia, presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Além disso, é preciso que o doador seja maior de idade e saudável. Um médico deverá avaliar a história clínica da pessoa e suas doenças prévias. A compatibilidade sanguínea é primordial em todos os casos. Há t…

Seja um Doador de Medula Óssea

Metade dos pacientes que aguardam um doador compatível de medula óssea tem menos de 18 anos. A informação é do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que controla o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
Ao contrário de órgãos, como o fígado, que vêm de uma pessoa com morte cerebral diagnosticada, a medula óssea pode vir de um doador compatível e com a saúde em dia. Só 25% dos pacientes encontram um familiar com as mesmas características genéticas. Para se registrar como doador de medula óssea, é preciso ter de 18 a 55 anos e não ter doença transmissível pelo sangue. É necessário ir ao Hemorio (Rua Frei Caneca 8, Centro) ou ao Inca (Praça da Cruz Vermelha, 23, Centro) para doar sangue. A partir daí, as informações genéticas da pessoa ficam armazenadas no Redome e, caso seja compatível com alguém que precise de transplante, ela será convocada