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Mostrando postagens com o rótulo biologia

A Face Humana Daqui a 100 Mil Anos

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Artista e geneticista especulam como será a aparência humana daqui a 100 mil anos, considerando os impactos da tecnologia e de outras influências sobre a nossa evolução. Apesar de interessantes, as especulações foram contestadas pela comunidade científica. O artista e pesquisador Nickolay Lamm e o geneticista computacional da Universidade Washington (EUA), Dr. Alan Kwan se juntaram para especular como será a aparência humana daqui a 100 mil anos. Lamm baseou suas criações no ambiente em que viveremos no futuro e em intervenções tecnológicas em nossa biologia . Para o pesquisador, a raça humana controlará sua biologia e evolução . Nesse futuro, a humanidade lutará para alterar sua própria forma da evolução natural e irá utilizar a biologia para se acomodar às necessidades humanas. Segundo a dupla, daqui a 20 mil anos já haverá uma leve mudança na aparência humana em que as feições ficarão menores e a testa mais larga - isso para acomodar um cérebro maior. Assim como olhos maior...

A Milésima Postagem

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Ativo desde 2009, o blogue Biorritmo está publicando a sua milésima postagem. Mas do que um número, esta postagem marca o resultado da difícil tarefa de registrar o cotidiano das ciências biológicas sem enveredar pelo caminho da bizarrice, do sensacionalismo e da pseudociência Custou, mas chegou! Nesta data, o blogue Biorritmo está orgulhosamente publicando sua milésima postagem. Ativo desde 2009, o Biorritmo vem mantendo a sua média de publicar pelo menos 3 postagens por semana, ininterruptamente. E o que mais interessante: evitando sempre publicar bizarrices ou matérias sensacionalistas, sem compromisso com a  verdade ou desconectada do universo real das ciências físicas e biológicas . Procuramos rechaçar a pseudociência. Ao navegar pelo blogue, você vai comprovar que o principal objetivo aqui não é gerar cliques ou visualizações e sim, deixá-lo sintonizado com o ritmo da vida. Em outras palavras: publicamos ciência não por publicar, mas para gerar consciência, chamar...

Nem Aí Pro Fim do Mundo

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Pequenos animais invertebrados que resistem às condições extremas de temperatura, pressão, radiação etc, os tardígrados conseguem viver  no vácuo espacial, podem ficar 10 anos sem comer e sobreviver até os 120 anos de idade Sempre que se inicia um novo ano, emergem em todo canto aquelas profecias nefastas sobre o fim do mundo. Saiba que existe um grupo de animais invertebrados tão resistentes, mas tão resistentes, que eles não estão nem um pouco preocupados com essas previsões apocalípticas. São os tardígrados .  Também chamado de urso d’água ou leitões do musgo , essas criaturas são na verdade invertebrados do filo Tardigrada , um filo de pequenos animais segmentados, relacionados com os artrópodes . Sua distribuição é amplíssima. Em musgos, são encontrados com uma densidade de dois milhões por metro quadrado. Praticamente, em quase todos os corpos d’água é possível encontrá-los. Há espécies desde o Himalaia (6.000 m) até zonas abismais (-4.000 m), do Equador às re...

A Hora e a Vez da "Biofashion"

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Ultimamente, os apaixonados por biologia têm traduzido sua paixão por esta ciência confeccionando e consumindo produtos que retratam elementos típicos do universo das ciências biológicas, como este anel em prata que representa a estrutura de dupla hélice da molécula de DNA Tenho certeza que assim como eu, existem milhares de pessoas que são apaixonados por biologia . Acontece que ultimamente estas pessoas estão extravasando essa paixão em forma de produtos que variam de confecção de tatuagens a anel e brincos com motivos que retratam elementos das ciências biológicas. O anel DNA da Oficina da Prata  é um bom exemplo disso (eu tenho!). E não tem só anel. Na Oficina da Prata você encontra brincos e pingentes com a representação da molécula de dupla hélice do DNA também, além de outros produtos com argumentos biológicos. Igualmente interessante é o "maiô anatômico" que representa nossos órgãos internos, transformando as mulheres numa aula de anatomia ambulante (foto). O...

A Retroevolução Humana Segundo Bouvet

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Livro de biólogo francês traça um panorama pessimista para o futuro da humanidade. Segundo o autor, as gerações futuras serão constituídas por indivíduos velhos, gordos e estéreis O biólogo francês Jean-François Bouvet em seu livro Mutants – à quoi ressemblerons-nous demain? ( Mutantes – como seremos amanhã? , lançado em março e sem tradução em português) reúne uma série de dados de pesquisas feitas ao redor do mundo para mostrar que o homem passa por uma evolução inédita - batizada por ele de retroevolução - que pode estar prejudicando seu bem-estar .  Para ele, as transformações ambientais feitas pelo homem nas últimas décadas têm hoje mais influência em nossa biologia que a seleção natural . Na visão de Bouvet, O ser humano poluiu o ambiente com novas substâncias químicas que estão alterando nossa biologia de maneira permanente e perigosa. Em entrevista à Veja , Bouvet contesta os progressos atuais da ciência moderna e preconiza um futuro de velhos, gordos e i...

Criobiologia

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Os efeitos das baixas temperaturas em tecidos, órgãos ou organismos vivos são estudados pela criobiologia. Entre os  principais efeitos causados pelo frio extremo estão a destruição ou a preservação da vida em um nível reduzido de atividade celular. Criobologia é um ramo da biologia que estuda os efeitos das baixas temperaturas em tecidos, órgãos ou organismos vivos. Seus principais efeitos podem ser a destruição ou a preservação da vida em um nível reduzido de atividade celular. O frio extremo do nitrogênio líquido (-196º C) pode fazer com que o tecido vivo seja destruído em segundos ou preservado por anos. O armazenamento destes tecidos vivos em temperaturas baixíssimas, de forma que este material possa ser reutilizado posteriormente, é chamado de criopreservação . Na prática, a criobiologia estuda compostos ou sistemas biológicos a temperaturas abaixo das temperaturas normais. Os compostos ou sistemas podem incluir proteínas, células, tecidos, órgãos, ou todo um...

As Vias Neurais do Medo

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Tipos distintos de medo percorrem caminhos diferentes no cérebro Estudo brasileiro, destaque na Nature, pode levar a compreensão sobre problemas como síndrome do pânico e estresse pós-traumático Estudos realizados por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos mostram que, ao contrário do que se pensava anteriormente, tipos distintos de medo - como o medo de estímulos dolorosos, o medo de predadores naturais e o medo de membros agressivos da mesma espécie - são processados em circuitos neurais independentes entre si, percorrendo caminhos diferentes no cérebro. Os experimentos ganharam destaque na capa da revista Nature Reviews Neuroscience de setembro (veja a capa abaixo). Além de distinguir as vias neurais de processamento dos "medos instintivos" e de diferentes tipos de  "medos aprendidos" -, os pesquisadores também descobriram que esses mecanismos podem se reproduzir   também em seres humanos. Com isso, os estudos poderão contribuir para um...

A Biomimética e a Descoberta Biorracional de Medicamentos

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Defensora da biomimética aposta na investigação ecológica como um ponto de partida para a descoberta de novos medicamentos Janine M. Benyus , escritora científica, defende em seu livro Biomimética: Inovação Inspirada pela Natureza a busca pelo equilíbrio inicial que existia na natureza antes da Revolução Industrial e Tecnológica . Segundo ela, esta busca vem contra a tendência moderna de dominar ou melhorar a natureza, e se mostra como uma verdadeira revolução na interação Homem x Meio ambiente. “Essa respeitosa imitação é uma abordagem totalmente nova. Diferentemente da Revolução Industrial, a Revolução Biomimética inaugura uma era cujas bases assentam não naquilo que podemos extrair da natureza, mas no que podemos aprender com ela”, afirma. A palavra que vem do grego bios (vida) e mimesis (imitação) resume o simples conceito da Biomimética : a natureza como inspiração inventiva. Apesar disso, a aplicação desta inovação é um pouco mais complexa e influencia diretamente nos hábi...

Afinal, O Que É Uma Espécie?

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O que é uma espécie? Ainda hoje cientistas continuam a debater essa questão. Uma melhor definição poderá alterar a lista das espécies ameaçadas É surpreendente ver o quanto os cientistas vêm debatendo para chegar a um consenso sobre algo tão simples e decidir se esse ou aquele grupo de organismos constitui ou não uma espécie. Talvez isso se deva ao latim , que deu nomes às espécies, carregados de uma certeza absoluta, levando o público a pensar que as regras são muito simples. Ou possivelmente isso se deva a 1,8 milhão de espécies que os cientistas vêm nomeando de uns séculos para cá; ou, ainda, talvez, às leis como a Endangered Species Act (lei que estabelece as regras para as espécies ameaçadas nos Estados Unidos ). Mas o que sabemos, de fato, é que o debate sobre o conceito de espécie ocorre há décadas. “Não há consenso, entre os biólogos, sobre o que vem a ser uma espécie”, admite Jonathon Marshall, biólogo da Southern Utah University . De acordo com a última estimativa e...

Muito Mais Que Uma Gelatina

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Em uma série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior nas águas-vivas (também chamadas de medusas)  do que podemos ver Segundo David J.Albert , especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica,  a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros . Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de 'Current Biology’ , Anders Garm e seus colegas que estudam águas-vivas na Universidade de Copenhag...

Cultura de Células Animais

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Atualmente é possível isolar e cultivar células de diferentes tecidos e formas para os mais diversos experimentos laboratoriais. Dadas as condições apropriadas, a maior parte das células vegetais e animais poderão viver, multiplicar-se e até mesmo expressar propriedades diferenciadas em uma placa de cultura de tecidos.  Cultura de células animais é um processo através do qual células animais são cultivadas sob condições controladas, geralmente 37ºC e atmosfera úmida com 5% CO2. Essa técnica tornou-se um procedimento laboratorial rotineiro na década de 50, de modo que atualmente é possível isolar e cultivar células de diferentes tecidos e formas. As culturas de células que são isoladas diretamente de um organismo são denominadas de culturas de células primárias , as quais são caracterizadas por um período de vida médio limitado. Uma vez que essas células entram em senescência após um certo número de duplicações, muitas pesquisas são desenvolvidas com células imortaliza...

Faça uma Viagem Insólita Com o Google Body Browser

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Nova ferramenta do Google permite passeio por 'camadas' do corpo humano. Por meio de uma visualização em três dimensões, é possível navegar da pele ao sistema nervoso. Fisioterapeutas, fãs de anatomia, biólogos, médicos e, quem sabe, pintores. É difícil definir a quem se destina a nova ferramenta criada pelo Google no final de 2010: o Google Body Browser , uma espécie de Google Earth do corpo humano. O que a comparação com a ferramenta que ajuda a conhecer regiões da Terra quer dizer na prática? Que agora é possível navegar pelos tecidos e camadas do corpo humano, tal como Dennis Quaid em "Viagem insólita" , o clássico filme da década de 1980.  É possível, com um simples mexer de mouse, enxergar em três dimensões o corpo humano . São seis modos de visualização: a pele, o tecido muscular, o tecido ósseo, os órgãos, o sistema circulatório e o sistema nervoso .O modelo do corpo a ser investigado é de uma mulher, o que impõe, obviamente, ausência de estruturas pró...

O Mundo Microscópico em 3D

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Imagens observadas em microscópio podem ser vista em 3D. Pesquisadores espanhóis reproduziram imagens de bactérias e ácaros Pesquisadores espanhóis reproduziram em 3D imagens de bactérias, piolhos e ácaros. Bactérias na ponta de uma agulha, um piolho escondido nos cabelos ou um ácaro sobre a cabeça de uma formiga são exemplos do mundo microscópico que, a partir de agora, poderão ser conferidos em 3 dimensões. Trata-se um inovador projeto espanhol apresentado nesta quinta-feira (12/08) em Madri. Pesquisadores criaram as imagens em 3D a partir de observações realizadas em microscópio.Com elas, é possível ver detalhes que através do antigo aparelho não seria possível. Para assistir ao vídeo que mostra brevemente como ficaram as imagens microscópicas em 3D, acesse o Úlltimo Segundo Ciência do Portal iG clicando aqui

Armas Biológicas

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Uma arma biológica pode ser constituída por microorganismos patogênicos: bactérias, vírus, fungos ou por toxinas elaboradas por um desses agentes, tendo elas algum efeito direto sobre o organismo humano ou indireto, fazendo uso da contaminação pretendida atingindo animais ou vegetais que irão causar efeitos nocivos ao homem.  Os interesses que levam à confecção de uma arma biológica podem ser diversos: territoriais, políticos ou religiosos, envolvendo diferentes etnias, a confecção de armas microbiológicas para assegurar o potencial bélico utiliza diferentes meios para dissipar a destruição da população nos campos ou nas cidades, pelo ar, pela água ou através dos alimentos. Para tal empreendimento de poder e morte é despendido vultosas cifras no desenvolvimento de arsenais bioquímicos, haja vista as grandes descobertas genéticas em laboratórios ocultos, cultivando uma quantidade grandiosa de terror, incapacitando dezenas de organismos: homens, mulheres e crianças, combatentes ou...

A Flora Microbiana Normal

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Existem grandes quantidades de microrganismos no ar que respiramos, nas superfícies que tocamos e sobre e dentro dos nossos corpos. Os micróbios encontrados naturalmente na superfície e dentro do nosso organismo são conhecidos como flora normal; esses microrganismos concentram-se em algumas regiões do corpo, tais como a pele, a boca e o trato gastrintestinal. Alguns estudos estimaram que a concentração de microrganismos na pele seja superior a 10.000 microrganismos/cm2; raspados retirados da superfície dos dentes ou das gengivas podem mostrar milhões de microrganismos por miligrama de tecido. O corpo humano e sua flora normal vivem juntos em um tipo de ecossistema cujo equilíbrio é essencial à saúde. Em condições normais , esses microrganismos não são patogênicos e são inofensivos . Na verdade, podem ajudar o organismo competindo pelos nutrientes com os microrganismos que causam doença, ou realizando tarefas especiais; por exemplo, na luz intestinal, os micróbios residentes podem desem...

Duas Boas Novas Científicas na Mesma Semana

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Esta semana a ciência nos brindou com a divulgação de dois estudos científicos que mudarão certamente os rumos da medicina. O primeiro, do dia 8 de setembro, foi conduzido por cientistas britânicos e franceses, traz novidades para quem sofre do terrível Mal de Alzheimer . O outro estudo, divulgado no dia 9, encontrou evidências que o câncer de próstata pode ser causado por vírus, o que abriria caminho para a criação de testes diagnósticos, vacinas e tratamentos para esta doença. Vejamos: 1- Identificados 3 Genes Associados ao Mal de Alzheimer: Cientistas britânicos e franceses identificaram 3 genes que podem ser determinantes no desenvolvimento do Mal de Alzheimer, segundo artigo publicado na revista Nature Genetics. Os dois genes identificados pelos britânicos -CLU e PICALM - são conhecidos pelo seu papel de proteger o cérebro e estão relacionados ao processamento do colesterol e ao estímulo do sistema imunológico. Segundo o estudo, uma mutação nos genes pode reverter seu efeito prote...

Defesa Que Vem da Lavoura

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Pode vir da lavoura a mais nova arma para defender o organismo do ataque de bactérias, fungos e vírus que causam doenças. Cientistas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) descobriram moléculas com propriedades antimicrobianas em dois alimentos largamente produzidos e consumidos no Brasil: a cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) e o feijão-fradinho (Vigna unguiculata). As moléculas encontradas são proteínas conhecidas como beta-defensinas , cujo potencial antimicrobiano já havia sido constatado anteriormente pela equipe da UFPE. “Como nosso grupo já tinha grande conhecimento sobre o genoma da cana-de-açúcar e do feijão-fradinho, começamos a procurar os genes dessas proteínas nessas plantas”, conta o coordenador da pesquisa, o biólogo Sergio Crovella, da UFPE. Segundo o pesquisador, essas proteínas também estão presentes em humanos e outros animais, que são atacados por microrganismos semelhantes aos que causam doenças em vegetais. O biólogo destaca a grande eficiência das p...