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Mostrando postagens com o rótulo doenças infecciosas

O Fungo "Zumbificador" Existe e Pode Ser Encontrado no Brasil

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A série The Last of Us da HBO apresenta uma América devastada por uma doença misteriosa provocada por um fungo que invade a mente das pessoas, transformando elas em zumbis. Esse fungo existe realmente e se chama  Cordyceps. Porém, não atinge o ser humano, sendo  especialista em invadir o corpo de artrópodes, principalmente formigas, assumindo o controle das funções do animal afetado e alterando completamente os seu padrões comportamentais.  Descoberto em 1859 pelo naturalista Alfred Russel Wallace, esse fungo ocorre em florestas tropicais e pode ser encontrado no Brasil.  Na série The Last of Us do canal HBO , o espectador é apresentado a uma América pós-apocalítptica, devastada por uma doença misteriosa provocada por um fungo que invade a mente das pessoas, transformando elas em zumbis. O fungo em questão existe de fato e se chama Cordyceps , e é especialista em invadir o corpo de artrópodes, principalmente formigas, assumindo o controle das funções do animal afe...

5 Verdades Sobre a Variante Ômicron

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1- A ômicron é mais transmissível que as outras variantes anteriores; 2- A ômicron não provoca uma forma mais branda de Covid;                           3- A dose de reforço é necessária para prevenir a infecção pela ômicron; 4- O risco de reinfecção com ômicron é provavelmente de 5,4 vezes maior do que com a delta; 5- Já existe uma subvariante da ômicron mais contagiosa circulando na Europa Desde que foi detectada em Botsuana e na África do Sul e reportada à Organização Mundial da Saúde (OMS) em 24 de novembro, a variante ômicron vem se espalhando pelo mundo a um ritmo vertiginoso. Em sua última contagem, a OMS apontou que 128 países já confirmaram casos da ômicron. A cepa já se tornou dominante na África do Sul , no Reino Unido , na França e nos EUA , entre outros países. No Brasil, segundo um levantamento feito com base em testes de RT-PCR , a variante ômicron prevaleceu em 98,7% das amostras analisadas. Ainda não ...

Melhorem Os Padrões de Ventilação!

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Cientistas da Espanha, dos Estados Unidos e de 12 outros países publicaram um artigo na revista Science no qual pedem uma nova era na prevenção da transmissão aérea de infecções respiratórias, como o covid-19. Os pesquisadores sugerem que sejam alteradas ou elaboradas normas para regular a ventilação na mesma escala em que foram aplicadas nos séculos 19 e 20 para eliminar patógenos da água potável e evitar infecções nos alimentos. Os autores defendem o estabelecimento de medidas para ventilação interna, como fluxo de ar, taxas de filtração e monitoramento. Um grupo internacional de 40 especialistas em virologia, medicina, aerossóis, qualidade do ar e ventilação de 14 países assinaram um artigo na revista Science no qual apelam para a melhoria da regulação da ventilação para combater doenças transmitidas pelo ar, como a covid-19 . Os signatários pedem que sejam alterados ou desenvolvidos padrões para regular a ventilação na mesma escala que foram aplicados nos séculos 19 e 20 para eli...

Sindemia?

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Da combinação das palavras sinergia e pandemia nasceu o termo sindemia, um neologismo criado na década de 1990 por Merrill Singer para explicar uma situação em que “duas ou mais doenças interagem de tal forma que causam danos maiores do que a mera soma dessas duas doenças”. O   impacto dessa interação também é facilitado pelas condições sociais e ambientais que, de alguma forma, aproximam essas duas doenças ou tornam a população mais vulnerável ao seu impacto”. Ou seja para contermos o avanço e o impacto do coronavírus, é fundamental atentar para as condições sociais que tornam certos grupos mais vulneráveis ​​à doença.  Segundo Richard Horton, editor-chefe da The Lancet: "Não importa quão eficaz seja um tratamento ou quão protetora seja uma vacina, a busca por uma solução puramente biomédica contra a covid-19 vai falhar."  A menos que os governos elaborem políticas e programas para reverter profundas disparidades sociais, nossas sociedades nunca estarão verdadeirame...

Cura nas Alturas: A FAB e os "Voos de Coqueluche"

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Devido à precariedade dos tratamentos, na primeira metade do século XX a solução mais adotada no combate à coqueluche era realizar um voo em grandes altitudes. Esses voos eram considerados um tratamento alternativo para a doença, uma vez que, na época, acreditava-se que submetendo os portadores da coqueluche ao excesso de velocidade e de vento proporcionados pelas aeronaves, bem como à mudança de pressão atmosférica no avião era capaz de amenizar e até curar os sintomas da enfermidade, pois criava-se condições desfavoráveis à bactéria causadora. Desde o ano da sua criação em 1941, A FAB ( Força Aérea Brasileira) levava gratuitamente pacientes a bordo de suas aeronaves no que ficou historicamente conhecido como "voos de coqueluche". Nessa foto do Arquivo Histórico Nacional, pode-se observar a aeronave Douglas C-47 FAB 2062 num destes voos em prol da saúde. Observem as mães, as crianças e a tripulação impecavelmente vestidas para essa ocasião. Segundo alguns historiadores, os ...

Perdendo a Guerra Para os Microrganismos

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A Guerra Civil Americana matou mais gente de doença do que em batalha. O vírus da gripe na pandemia de 1918 matou três vezes mais em um quarto do tempo que durou a Primeira Guerra Mundial. A história da humanidade e suas guerras pode ser recontada do ponto de vista da infectologia, posto que em muitos combates os microrganismos infecciosos foram os verdadeiros vencedores do conflito, sem distinção de bandeiras ou divisas. O livro 'A Assustadora História da Medicina" de Richard Gordon (1921-2017) tem um capítulo que conta como a humanidade perdeu as guerras contra os microrganismos, literalmente . Do ponto de vista histórico, o título dessa postagem bem que poderia ser considerado literalmente. A história da humanidade e suas guerras pode ser recontada do ponto de vista da infectologia, posto que em muitos combates os microrganismos foram os verdadeiros vencedores do conflito, sem distinção de bandeiras ou divisas. Aproveitei esse momento em que está se falando bastan...

O Fim da Picada dos Mosquitos?

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Uma equipe de cientistas da Universidade de Rockefeller nos EUA identificou substâncias que podem reduzir o apetite das fêmeas dos mosquitos pelo sangue humano.  O  estudo , foi publicado na revista  Cell  e sugere o uso de substâncias para induzir uma sensação de saciedade em insetos, bloqueando assim o seu interesse em atacar novas vítimas para satisfazer seu apetite por sangue.  As fêmeas de mosquitos transmissores de doenças infecciosas como dengue, malária e  febre amarela  se alimentam de sangue humano para nutrir seus ovos que ainda estão crescendo. Os  compostos descobertos pelos pesquisadores  são capazes de enganar os insetos e os fazem acreditar que seu apetite está saciado e, assim, reduzem seu desejo de picar. Uma equipe de cientistas da Universidade de Rockefeller nos Estados Unidos identificou substâncias que podem reduzir o apetite das fêmeas dos mosquitos pelo sangue humano. Esses compostos enganam os insetos e os...

Um País Acuado Por Um Mosquito Odioso

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Surgido em áreas silvestres da África, o mosquito Aedes aegypti – nome que significa "odioso do Egito" – é combatido no país desde o início do século passado. Chegou às Américas na época da colonização em navios que faziam o tráfico transatlântico de escravos e,  ao longo dos séculos , encontrou no ambiente urbano um espaço ideal para sua proliferação.  O risco de reintrodução da febre amarela urbana no Brasil pelo Aedes é real e a  Sociedade Brasileira de Virologia aconselha a todas as pessoas que vivem em áreas de risco que procurem um posto de vacinação para diminuir a chance de ocorrência de um surto urbano da doença. O risco de reintrodução da febre amarela urbana no Brasil pelo Aedes aegypti acendeu um sinal de alerta nas instituições de saúde pública e trouxe à tona antigas preocupações sobre esta doença no país. A preocupação das autoridades é real, visto que a reurbanização da doença representaria uma tragédia já vivenciada por nossa população no ...

A Origem dos Nomes das Doenças Causadas Pelo Aedes

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Originário da África, o mosquito Aedes aegypty já possui um nome repugnante por si só: Aedes significa "odioso, desagradável". Mais estranhas que o seu nome, esse mosquito é responsável pela transmissão de novas moléstias de nome esquisito como a Zika e a Chykungunya. Saiba a origem desses nomes. Zika, Dengue, Chikungunya , quantas doenças com nome estranho o mosquito Aedes aegypty transmite! Mas, você sabe a origem de cada um desses nomes? Eu também não sabia até consultar a página do site Nomes Científicos . A matéria ficou tão bacana que resolvi reproduzi-la aqui. Vejam o que eles postaram sobre esses nome: " Lineu batizou a espécie em 1762 como ‘Culex aegypti’ . ‘Culex’ significa ‘mosquito’ em latim e ‘aegypti’ significa ‘egípcio, do Egito ’. Isso mesmo, era o mosquito que vinha do Egito. O mosquito chegou à América do Sul junto com os primeiros navios negreiros. Em português, é chamado de mosquito-da-dengue e mosquito-rajado (sempre com hífen)....

Guerra Biológica Contra os Índios?

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O terrorismo bacteriológico, que aterroriza o mundo ocidental desde que começaram a aparecer correspondências infectadas com antraz no Estados Unidos, não é uma novidade na história do Brasil. Embora não tenham sido cientificamente comprovados, são muitos os relatos de contaminação deliberada de populações indígenas brasileiras pelo menos até os anos 60.  Não é de hoje que muitos historiadores, antropólogos e epidemiologistas pedem que investiguem mais profundamente os relatos de uso de armas biológicas contra os nossos indígenas em vários episódios da História do Brasil . Citada em várias publicações, a contaminação deliberada de populações indígenas brasileiras foi muito utilizada pelo menos até os anos 60. Embora não tenham sido cientificamente comprovados, são muitos os relatos de contaminação deliberada de populações indígenas brasileiras. “Esse é um assunto que merece ser melhor pesquisado, tanto nas fontes históricas, como na memória oral de índios ainda vivos”,...

O Alto Custo da Dengue Para o Brasil

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Um estudo concluiu que o Brasil gasta 1,2 bilhão de dólares com a dengue. O levantamento realizado em seis capitais brasileiras avaliou cerca de 2 mil pacientes atendidos nas redes pública e privada de saúde.  A pesquisa concluiu que os custos da dengue para sociedade brasileira são de 468 milhões de dólares por ano. Montante que pode chegar a 1,2 bilhão de dólares, quando são considerados os casos sub-reportados Um estudo concluiu que o Brasil gasta 1,2 bilhão de dólares com a dengue . O levantamento realizado em seis capitais brasileiras avaliou cerca de 2 mil pacientes atendidos nas redes pública e privada de saúde A cada dia, fica mais evidente a gravidade da dengue para o Brasil. O país enfrenta uma epidemia praticamente permanente – só em 2015, até 12 de setembro, já foram registrados 1.438.497 casos da doença (mais que o dobro de registros de 2014, que foram em torno de 590 mil), sendo 1.318 casos graves e 709 mortes, o que representa um aumento de 71% em comparação...

As Superbactérias Em Nosso Cotidiano

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Muita gente visita parentes internados, não lava as mãos e depois utiliza o transporte público, levando bactérias de todo o tipo para todos os lugares -- sem contar a falta de tratamento de esgoto em diversas partes do país. Isso faz com que a presença de superbactérias em nosso cotidiano torne-se mais frequente. Quando se fala em "superbactéria", é comum pensar em um micróbio que ficou mais forte, capaz de causar uma doença mais grave nas supostas vítimas. Trata-se apenas de um germe que desenvolveu um mecanismo de sobrevivência e se tornou imune às armas criadas para combatê-lo. A capacidade de causar doença não aumenta, o tratamento é que fica mais complicado. Com o uso de cada vez mais disseminado de antibióticos , em larga escala e muitas vezes de forma incorreta, aumentou-se a pressão para que cada vez mais microrganismos com mecanismos de resistência fossem gerados. Em um mundo globalizado, em que milhares de pessoas viajam todos os dias de um canto a outro ...

As Guerras Que os Microrganismos Venceram

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A história da humanidade e suas guerras pode ser recontada do ponto de vista da infectologia, posto que em muitos combates os microrganismos foram os verdadeiros vencedores do conflito, sem distinção de bandeiras ou divisas. A guerra da África do Sul (1899-1902) não foi ganha com os antiquados rifles dos fazendeiros bôeres, mas pelo bacilo da febre tifóide . Em cada grupo de mil soldados enviados para a Cidade do Cabo pelo Império Britânico , a febre tifóide matou 15, duas vezes mais do que conseguiu o inimigo.  Em 430 a.C, o tifo em Atenas já havia complicado bastante a Guerra do Peloponeso . Em Antioquia , em 1098, o tifo e o a disenteria dizimaram os cruzados, homens e cavalos. O medo generalizado da infecção fez maravilhas quanto ao índice de conversão ao cristianismo, especialmente porque o único recurso da saúde pública era o exorcismo . Durante a Guerra dos 30 Anos , os dois lados posicionaram-se para a batalha de Nurembergue , em 1632, mas o tifo matou ante...

O Ebola e a Epidemia do Preconceito nas Redes Sociais

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Em meio a dúvidas sobre sintomas, riscos de infecção e especulações sobre a confirmação ou não do caso de Ebola no Brasil, alguns internautas mais uma vez publicaram comentários racistas nas redes sociais. As ofensas associam o vírus ebola à população de origem africana. Na foto: homem deixado numa rua da Libéria suspeito de ter morrido pela infecção do vírus mortal. A possibilidade ainda não confirmada de um caso de Ebola no Brasil tem causado uma epidemia de preconceito na Internet . Em meio a especulações sobre a confirmação ou não do caso em nosso país, alguns internautas publicaram comentários racistas , associando o vírus ebola à população de origem africana.O vírus ebola se espalhou pelas redes sociais desde a primeira suspeita de infecção no país, reportada em Cascavel, no interior do Paraná. Da noite de quinta-feira até a manhã desta sexta (10/10), o termo "ebola" foi compartilhado 120 mil vezes pelo Twitter em português. A palavra Guiné, país de onde v...

Sobre o Vírus Ebola

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Apesar da alta taxa de mortalidade do vírus Ebola em regiões da África, especialistas em infectologia descartam o risco de uma disseminação global da doença.  O Ebola é o vírus mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo ( crédito ) Atualmente a África está vivendo a pior epidemia do vírus Ebola da sua história, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) . Até o dia 27 de julho de 2014, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa , Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. E foi justamente nesse país que o médico norte-americano Kent Brantly , que atua em uma entidade cristã se infectou com o vírus Ebola enquanto desenvolvia um trabalho de combate ao surto da doença na Libéria. Brantly, de 33 anos, foi...