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Aves Endêmicas do Brasil

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Espécie endêmica aquela que é exclusiva de um determinado país, região ou localidade. Atualmente, o  Brasil abriga 293 espécies de aves exclusivas de um total de 1.971 que ocorrem no território brasileiro.  Algumas espécies endêmicas são tão comuns que você provavelmente já as avistou no seu quintal, no caminho da escola, na ida para o trabalho, em algum passeio ou atividade de lazer. Outras  estão ameaçadas de extinção como é o caso da rolinha-do-planalto  ( Columbina cyanopis ).  A rolinha-do-planalto se destaca pelos olhos azuis claros e manchas azuis escuras nas asas que sobressaem da plumagem castanho-avermelhada (foto). Denominamos de espécie endêmica aquela que é exclusiva de um determinado país, região ou localidade. De acordo com a Lista do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) , o Brasil abriga 293 espécies de aves exclusivas de um total de 1.971 que ocorrem no território brasileiro. Muitas dessas espécies endêmicas não estão em risco ...

Colômbia Erradica a Oncocercose

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Colômbia é o primeiro país do mundo a erradicar a oncocercose.  A oncocercose é a segunda maior causa de infecção que causa cegueira, além de produzir lesões e infecções de pele A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que a Colômbia é o primeiro país a eliminar a oncocercose , doença conhecida como cegueira dos rios. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan , parabenizou o governo colombiano pela conquista e pediu manutenção da vigilância sobre a doença, que continua existindo em outros países da América Latina . Para a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o feito da Colômbia é um "exemplo de compromisso, persistência e trabalho integrado". Segundo a Opas, são necessários esforços redobrados para eliminar a cegueira dos rios de outros cinco países da região: Brasil, Equador, Guatemala, México e Venezuela. O Ministério da Saúde do Brasil diz que a transmissão da doença está restrita aos pontos mais altos da serra do Parima , em Roraima e Amazon...

Remédio Contra a Malária "Made in Africa"

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Cientistas africanos anunciam novo remédio para combater a malária. Testes realizados mostram que micro-organismo causador da doença desapareceu do organismo após uma só dose do produto Nem só de leões, girafas, elefantes e pigmeus vive a África. Lá também se desenvolvem pesquisas de qualidade visando o bem estar da humanidade e o progresso da ciência. Cientistas da Universidade da Cidade do Cabo , na África do Sul  anunciaram recentemente o desenvolvimento de um novo remédio para combater a malária . Sem nome comercial, é apresentado pela sigla MB 390048 . O medicamento promete combater os cinco tipos conhecidos da doença com um único comprimido, tomado uma só vez. Testes realizados em animais mostram que o micro-organismo causador da malária, o protozoário chamado Plasmodium , desapareceu do organismo após uma só dose do produto. E o medicamento ainda impede que o mosquito Anopheles (foto) transmita o mal a outras pessoas depois de picar alguém infectado. ...

Livro de Referência Sobre a Esquistossomose

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Livro de referência sobre a esquistossomose ganha versão gratuita Pesquisadores da Fiocruz e instituições internacionais reúnem detalhes sobre o diagnóstico, tratamento e controle da doença Pesquisadores da Fiocruz, dentre eles do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) , e de outras importantes instituições de ensino e pesquisa do mundo organizaram o livro Schistosomiasis , uma publicação online sobre a esquistossomose , disponível como livro de referência aberto para acesso gratuito. Atrás apenas da malária, a doença é a segunda parasitária mais devastadora do ponto de vista socioeconômico. A obra é uma importante contribução para o combate a esquistossomose. Organizado por Mohammad Bagher Rokni , do Departamento de Parasitologia Médica e Micologia , da Universidade de Ciências Médicas do Irã , o livro é dividido em seis partes, que vão desde o diagnóstico até aspectos da malacologia , passando por temas como o tratamento, controle, manifestações clínicas e epidemiologia da doen...

Fungo Contra a Malária

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Pesquisadores dos Estados Unidos testam fungo geneticamente modificado para combater a doença negligenciada. A estratégia poderia ser usada também no combate a outras enfermidades transmitidas por artrópode, como a dengue.  Na foto, m osquito ‘ Anopheles albimanus ’ fêmea, vetor da malária, se alimentando de um hospedeiro humano. Nova estratégia promete baixar significativamente os números a seguir em relação à malária: aflige 240 milhões de pessoas no mundo, mata 850 mil delas (principalmente, crianças) e está presente em 108 países, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) . A ideia do experimento foi testar a ação de um fungo contra o Plasmodium falciparum, parasita causador da malária. Estudos anteriores já haviam mostrado a eficiência da estratégia ao borrifar os mosquitos vetores da doença com o fungo patógeno Metarhizium anisopliae . Mas os resultados dos experimentos mostraram que a eficácia da técnica se restringia apenas aos insetos que haviam acabado de se con...

Um Panorama da Malária no Brasil

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A malária como doença parasitária de evolução rápida continua sendo um grave problema de saúde pública no Brasil e em outras 111 áreas endêmicas de cerca de mais de 100 países. A malária humana também detém a identidade de ser a antroponose de maior prevalência no planeta, isto é, nenhuma outra doença do homem transmitida ao próprio homem, através de alguns mosquitos do gênero Anopheles , atinge e mata um número tão grande de pessoas. Há vários anos no planeta, são estimados cerca de 300 a 500 milhões de casos que ocasionam de 3 a 5 milhões de óbitos anuais, sendo em sua maioria crianças com menos de 5 anos de idade, além de colocar sob o risco de contrair a doença cerca de 40% da população mundial residente em sua área tropical. No Brasil, a autoctonia de casos, situação em que os três elementos do ciclo evolutivo da doença (o homem, o mosquito e o Plasmodium ) são ou estão na mesma região, está concentrada em todos os estados da Amazônia Legal mais o oeste do estado do Mara...

Doenças Tropicais Afetam Quase Um Bilhão de Pessoas

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Dado está no relatório da OMS sobre doenças negligenciadas; Etiópia e Sudão tem o maior número de casos de leishmaniose na África. Acima, foto do percevejo conhecido como "barbeiro", vetor da doença de Chagas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) , informou que 1 bilhão de pessoas, a maioria em países pobres, sofrem com doenças tropicais, também conhecidas por infecções negligenciadas . Num relatório, divulgado nesta quinta-feira (14), a agência sugere que os casos podem ser reduzidos, em grande proporção, com políticas eficazes. A organização cita 17 males esquecidos entre eles: hanseníase, raiva, dengue, doença do sono, leishmaniose, doença dos rios e a doença de Chagas.  A OMS também chama a atenção para os prejuízos económicos de doenças tropicais. Segundo a agência, o Brasil perde o equivalente a pelo menos US$ 5,6 milhões, por ano, com ausências trabalhistas por causa da doença de Chagas. O médico especialista em doenças tropicais da OMS, Fábio Zicker, disse à Rádio ON...