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Mostrando postagens com o rótulo distúrbios de aprendizado

Informação X Conhecimento

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De acordo com Herton Escobar, o volume de informações disponível aumentou exponencialmente nos últimos anos, com o crescimento da internet e a disseminação das redes sociais. Como transformar tanta informação em conhecimento?
Herton Escobar, conhecido blogueiro do jornal O Estado de São Paulo, comenta sobre as relações entre a informação e o conhecimento nos dias atuais. Segundo ele, na era digital as informações chegam numa velocidade estonteante, mas pouca gente tem tempo suficiente para pensar sobre tanta coisa, estabelecer relações entre todas essas informações e aprender, de fato, alguma coisa com elas. E acrescenta: o tempo disponível para leitura e reflexão pode ter chegado ao limite. Para fundamentar os seus argumentos, Escobar utiliza como exemplo o resultado de uma enquete que vem sendo feita desde 1977 por pesquisadores do Centro de Estudos da Informação e Comunicação, da Universidade do Tennessee em Knoxville, sobre a capacidade dos cientistas de ler trabalhos científicos. …

A Discalculia na Mira dos Especialistas

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A incidência é praticamente a mesma da dislexia, problema análogo - bem mais famoso - relacionado à leitura e à escrita. Pesquisadores brasileiros e estrangeiros querem trazer a discalculia do desenvolvimento para a ordem do dia. Há poucas semanas, uma das principais revistas científicas do mundo - a Science - publicou um artigo sobre a doença. O texto recordava perdas sociais e econômicas para comprovar a gravidade do problema. Na Grã-Bretanha, por exemplo, estimou-se em R$ 6 bilhões os custos anuais do mau desempenho matemático entre os ingleses. O trabalho também apontava o caráter de transtorno negligenciado da discalculia. Desde 2000, a doença mereceu R$ 3,6 milhões em pesquisas do governo americano. No mesmo período, a dislexia recebeu quase R$ 170 milhões. “E há trabalhos que mostram que o impacto da discalculia é, pelo menos, tão grande quanto o da dislexia”, diz Vitor Haase, do Laboratório de Neuropsicologia do Desenvolvimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “M…

Discalculia: Identificando o X do Problema

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Muitos estudantes passam por sérios problemas ao longo de sua caminhada escolar, pois apresentam o transtorno da Matemática, que se denomina Discalculia. A Discalculia pode ou não estar associada a outra doença. As pessoas nessa situação possuem uma inteligência dentro da média, embora muitas vezes apresentem desigualdade em seus testes. A criança tem dificuldades de compreender  os números e seus conceitos , além de não conseguir dar seqüência à resolução de problemas, limitando-se a se fixar em números, ou seja, apenas nos símbolos. Além disso, o transtorno pode ser encarado como um problema  que invade o campo da percepção visual e leva a dificuldades na hora de resolver questões que envolvem raciocínio lógico.  Os principais sinais da Discalculia são: * Dificuldades com coisas relacionadas ao dia a dia, tal como observar um relógio analógico; * Dificuldades em larga escala em se relacionar com os números, principalmente nas quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão…

Hiperatividade: Doença ou Falta de Educação?

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Freqüentemente confundida com falta de educação, a hiperatividade, ou Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), afeta cerca de 4 milhões e pessoas- entre crianças e adultos -somente no Brasil. Tendo como características básicas a falta de persistência em atividades que requeiram atenção, fazer várias coisas ao mesmo tempo sem concluir alguma delas e desorganização, a doença compromete o desempenho profissional, afetivo e familiar de seus portadores. Mas atualmente ela já pode (e deve) ser tratada. No mundo todo de 3% a 5% das crianças em idade escolar lutam contra os problemas de falta de atenção, impulsividade e hiperatividade. O problema, quando tratado, diminui na adolescência, mas há controvérsias quanto à persitência entre os adultos. Para alguns estudiosos, a proporção de crianças hiperativas que mantêm o distúrbio na idade adulta varia de 4% a 66%. Agora, muita calma e atenção. Nem toda criança bagunceira, levada e desatenta é doente. Somente um exame clínico prof…