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Mostrando postagens com o rótulo farmacocinética

Por Que Só Curamos o Câncer em Ratos?

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Por que a ciência consegue curar apenas o câncer em ratos, mas não obtêm os mesmos resultados em seres humanos? Embora ratos e humanos tenham quase o mesmo número de genes (temos apenas 300 a mais) sabemos que simplesmente transferir o resultados dos ratos a humanos não é viável. Saiba por que.
A química pesquisadora Dra. Roberta Drekener procurou responder essa pergunta em sua matéria publicada em 2 de dezembro de 2015 no Blog de Ciência da Unicamp. Em um texto leve e de fácil compreensão, a autora explica porque a ciência consegue excelentes resultados no combate ao câncer em ratos, mas não se obtêm os mesmos resultados com os seres humanos. "Embora ratos e humanos tenham quase o mesmo número de genes (temos apenas 300 a mais) sabemos que simplesmente transferir o resultados dos ratos a humanos não é viável", esclarece Drekener. "Em partes devido a nosso metabolismo ser mais diferente, em partes pelo tipo de câncer com o qual o animal foi contaminado. Sim, contaminam…

O Grande Barato da Nova Maconha Medicinal

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Cientistas israelenses desenvolveram uma variedade de maconha em que a substância THC, que gera os efeitos cognitivos e psicológicos da droga, é neutralizada resultando numa "maconha sem barato"
Cientistas israelenses desenvolveram um tipo especial de maconha medicinal que ficou conhecida como "maconha sem barato". A maconha medicinal tem sido usada em Israel desde os anos 90 para o tratamento de uma série de doenças, entre elas câncer, Parkinson, esclerose múltipla e síndrome de Tourette. Recentemente, porém, cientistas ligados a empresa Tikkun Olam desenvolveram um tipo especial dessa maconha neutralizando a substância THC (tetrahidrocanabinol), que gera os efeitos cognitivos e psicológicos da droga . Além disso, a nova variedade da planta tem uma concentração mais elevada da substância canabidiol (CBD), um poderoso anti-inflamatório. O resultado é uma maconha com as mesmas propriedades medicinais da Cannabis tradicional, mas sem o "barato" que faz com …

Novos Caminhos Químicos da Maconha

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Caminho químico da Cannabis sativa recém-descoberto viabiliza produção de novas drogas. Pesquisa descobre como a planta produz os chamados canabinóides, usados para combater dor, suprimir náuseas e estimular apetite Pesquisadores do Canadá descobriram o caminho químico que a Cannabis sativa usa para criar compostos bioativos chamados canabinóides. Resultados do estudo conduzido na University of Saskatchewan pavimentam o caminho para o desenvolvimento de derivados de maconha para a produção de produtos farmacêuticos. O professor de biologia envolvido no projeto Jon Page explica que o caminho é inusitado, envolvendo uma versão especializada de um enzima, chamada -CoA sintetase hexanoílo, e uma outra, chamada ácido olivetolic ciclase (OAC), que nunca havia sido vista em plantas.
"O que a cannabis tem feito é pegar um ácido graxo raro com uma cadeia de seis carbonos simples e usá-la como um bloco de construção para fazer algo quimicamente complexo e farmacologicamente ativo", diz…

Saiba Mais Sobre Veneno de Cobra

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As toxinas liberadas pelas cobras podem alterar o comportamento da vítima, diminuir a pressão arterial e até mesmo provocar a falência de órgãos. Mas o veneno desses répteis também pode ser útil na fabricação de soros antiofídicos e de remédios para pressão alta e anticoagulantes
As cobras, também chamadas de serpentes, são maravilhas da natureza. O veneno que produzem, um composto tóxico capaz de matar a maior parte dos seres vivos, desempenha um papel fundamental no metabolismo desses animais. "O veneno da cobra é como se fosse uma 'glândula salivar' cuja secreção é especializada em paralisar, lubrificar e iniciar a digestão da vítima", explica Marisa Rocha, pesquisadora do Instituto Butantan, de São Paulo. Ao mesmo tempo, esse composto é usado na farmacologia humana em remédios para algumas doenças, como as relacionadas à pressão. Atualmente, estuda-se o seu potencial para a cura de certos tipos de câncer. O veneno pode possuir duas ou mais ações diferentes. A toxin…

Conhecendo a Farmacogenética

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Há muito tempo se sabe que pacientes tratados com as mais diversas drogas apresentam variabilidade de resposta e de susceptilidade a toxicidade a medicamentos. De fato, uma proporção considerável de pacientes tomando uma dose padronizada de determinados medicamentos não responde, responde apenas parcialmente ou experimentam reações adversas ao medicamento. Sabe-se que nos Estados Unidos, mais de dois mihões de hospitalizações e 100 mil mortes por ano são decorrentes de reações adversas a medicamentos. Ainda, aproximadamente 4% de todos os novos medicamentos lançados são retirados do mercado devido às reações adversas, configurando uma situação desastrosa para a indústria farmacêutica, que gasta milhões de dólares para desenvolver um novo produto. As variações na resposta ao tratamento podem ser decorrentes de vários fatores tais como doenças, diferenças na farmacocinética e farmacodinâmica dos medicamentos, fatores ambientais e fatores genéticos. Considerando que os fatores genéticos p…

Drogas: No Embalo das Combinações Perigosas

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A revista Veja noticiou em sua edição de 21 de outubro de 2009 que, para embalarem a noitada, jovens “montam” sua própria droga misturando mais de uma substância ilegal ou juntando-as com remédios produzidos em laboratórios farmacêuticos. A mistura pode ser fatal. A imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os freqüentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a mistura-las com um coquetel de drogas de acesso fácil e efeitos algumas vezes devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de Aids ingressam facilmente nos clubes para serem consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. Vejamos os efeitos e os riscos das principais combinações que “rolam” nas baladas pelo Brasil afora:
1- Ecstasy (MDMA) + Cocaína. Além de alucinações, o ecstasy causa euforia, que é aumentada pela cocaína. As probabilidad…

Uso Incorreto, Efeito Perigoso

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Para ingerir medicamentos com maior facilidade, muitas pessoas têm o hábito de triturar ou partir o comprimido ao meio. A prática, no entanto, pode alterar a maneira como o organismo absorve o medicamento e a droga pode ter a sua dosagem alterada. Esmagar o comprimido ou abrir as cápsulas é um dos principais erros. Isso porque alguns remédios são feitos para agir lentamente, mas, quando são triturados, o organismo absorve tudo de uma vez, o que pode causar intoxicação. Partir o medicamento ao meio também não é indicado. Muitos especialistas acreditam que os princípios ativos do remédio não estejam igualmente distribuídos por todo o comprimido, o que pode também causar a absorção incorreta da droga pelo organismo. Segundo o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), os remédios são a principal causa de intoxicação nos centros de farmacovigilância em todo o Brasil. Assim, caso seja difícil ingerir o remédio inteiro, o mais indicado é substituir a apresentação de um com…