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Mostrando postagens com o rótulo metodologia de ensino

As Crianças e as suas Correlações Com a Natureza

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A partir de que idade as crianças começam a tomar conhecimento das inter-relações entre a vida animal e vegetal? Pesquisadores espanhóis analisaram desenhos espontâneos  que 328 crianças (162 meninas e 166 meninas) fizeram no ensino fundamental e constataram que nos estágios iniciais da educação elas já são capazes de distinguir conceitos biológicos fundamentais que pavimentam o caminho para a compreensão dos fenômenos naturais.
A partir de que idade as crianças começam a tomar conhecimento das inter-relações entre a vida animal e vegetal? Uma equipe de pesquisadores da Universidade do País Basco (UPV / EHU), na Espanha, detectou que crianças entre quatro e sete anos já começam a relacionar o mundo das plantas com o animal, quando são solicitadas a desenhar plantas. Pesquisadores estudaram os desenhos espontâneos que 162 meninas e 166 meninas (no total, 328 crianças) fizeram nos últimos anos da educação infantil e no primeiro ano e constataram que nos estágios iniciais da educação ela…

O Incrível Homem Que Calculava

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O professor e engenheiro carioca Júlio César de Mello e Souza (1895-1974) escreveu, sob o pseudônimo Malba Tahan, várias obras que o consagraram como um dos pais da etnomatemática, ciência que estuda a forma como a matemática é usada por diferentes culturas e etnias.O Homem que Calculava (1938), seu maior sucesso, tornou-se um clássico da literatura infanto-juvenil e é lido até hoje, estando na sua 80ª edição. Por meio do raciocínio do jovem calculista Beremiz, o livro apresenta uma matemática sem fórmulas, mostrando que a disciplina não é um conjunto de fórmulas decoradas e que o conhecimento pode solucionar questões do dia a dia.
O professor e engenheiro carioca Júlio César de Mello e Souza (1895-1974) escreveu, sob o pseudônimo Malba Tahan, várias obras que o consagraram como pioneiro da difusão da educação matemática no país, sendo considerado um dos pais da etnomatemática, ciência que estuda a forma como a matemática é usada por diferentes culturas e etnias. Por meio da fantasia …

Um Olhar Sobre a Micrografia de Robert Hooke

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Visto nos livros didáticos de biologia do ensino médio como meramente "o descobrir das células", Robert Hooke tinha , na verdade, um interesse pelo mundo microscópico, além de outras habilidades notáveis. Em sua obra Micrographia de 1665, Hooke fornece a descrição detalhada de 57 observações microscópicas feitas com um microscópio que ele próprio fabricou e 3 observações telescópicas. Na figura, a famosa imagem da pulga desenhada por Hooke.  

Micrographia é o título da obra escrita em 1665 por Robert Hooke, que contém a descrição detalhada de cinquenta e sete observações realizadas com o microscópio que o próprio autor fabricou, e três observações telescópicas. A obra foi recebida com entusiasmo por uma parte da comunidade científica europeia. Hooke tinha 28 anos quando a escreveu. A obra foi uma oferta da Royal Society de Londres para impressionar positivamente o monarca inglês. De acordo com o artigo publicado em 2011 por Roberto de Andrade Martins na revista da Associação …

Tese de Doutorado em Quadrinhos

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Professor publica tese de doutorado em forma de história em quadrinhos pela editora da Universidade de Harvard nos Estados Unidos. O doutorado foi concluído em 2014 e o livro publicado no começo deste ano. Nick Sousanis defendeu em sua tese a importância do pensamento visual no processo do ensino e da aprendizagem.


O professor norte-americano Nick Sousanis teve a sua tese de doutorado publicado na forma de história em quadrinhos pela editora da Universidade de Havard, nos EUA. Intitulado "Unflattening" ( algo como "Não Nivelado" em tradução livre), Sousanis, que agora tem pós-doutorado em HQs pela Universidade de Calgary, no Canadá, defendeu em sua tese a importância do pensamento visual no processo do ensino e da aprendizagem. Sousanis decidiu fugir dos padrões acadêmicos antes mesmo de ser aprovado no doutorado em educação pela Universidade de Columbia. Em 2008, ele aproveitou alguns quadrinhos educacionais que havia feito e entregou para a instituição de ensino …

Quem Veio Primeiro: O Ovo ou a Galinha?

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A partir desta clássica questão de resposta polêmica, os professores podem introduzir diversos temas do conteúdo de biologia evolutiva nas escolas como darwinismo, seleção natural, especiação, filogenia, deriva genética, cladogênese,etc.
Essa questão é uma alegoria que transcende sua simples interpretação biológica, podendo ser chamada de paradoxo cíclicode causa e efeito, ou seja, algo de cuja existência depende outra, que por sua vez é a causa da existência de algo. Todo mundo sabe que as aves se originaram do mesmo grupo ancestral que originaram os répteis atuais e que estes já já botavam ovos muito antes de existirem pássaros. Mesmo assim, essa questão continua extremamente polêmica, mas de muita utilidade quando se deseja introduzir o assunto "Evolução"nas escolas.  Pelo ponto de vista evolucionista, sabemos que ocorreu todo um processo de evolução até que determinados animais que já nasciam de ovos, viessem a se transformar nas aves, incluindo o animal que mais tarde, …

Como os Alunos Entendem a Fotossíntese?

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Quando os alunos são questionados a respeito do funcionamento da fotossíntese, eles situam-no basicamente, nas trocas gasosas que a planta realiza com o meio. Uma pesquisa publicada por professores da USP no ano 2000 continua revelando as incoerências que a escola atual propaga quando trata do assunto nos mais diferentes níveis de ensino.
Uma pesquisa  publicada  pelos professores Clarice Kawasaki e Nelio Bizzo (USP) no começo deste século, procurou responder uma questão que até hoje intriga os professores de Ciências e de Biologia: "Como os alunos entendem o processo de fotossíntese? " Na ausência de explicações coerentes para o processo, os estudantes remetem-se a modelos nem sempre apropriados. Há uma visão entre eles que que na fotossíntese há uma "mistura" de gás carbônico, água, clorofila e Sol, que, magicamente, transformam-se em glicose e oxigênio. Quando os alunos são questionados a respeito do funcionamento da fotossíntese, esses situam-no basicamente, na…

Educação: Como Chegar no Topo?

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Escritora e jornalista americana reúne em livro as conclusões de sua pesquisa educacional em que compara os sistemas educacionais ao redor de mundo. Ela afirma que gastar mais não significa aumentar a chance de aprendizado e revela que a atração pela mediocridade intelectual e acadêmica da maioria da população e a simpatia com que encaramos a desigualdade social e educacional são bem parecidas no Brasil e nos EUA
Amanda Ripley, escritora e jornalista investigativa em revistas norte-americanas, escreveu o best seller traduzido para o português "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo – E como elas chegaram lá",com o objetivo de reunir as conclusões que chegou em suas pesquisas educacionais ao redor do mundo. No livro, além de entrevistas com pesquisadores e especialistas, ela acompanha o intercâmbio de três estudantes de Ensino Médio que comparam as escolas de sua terra natal com as dos países nos quais foram morar: Coreia do Sul, Finlândia e Polônia. “Em suas histórias, encont…

Ciência é Coisa de Maluco?

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O cientista é visto no imaginário popular como uma pessoa louca, desleixada, excêntrica e genial. Segundo educadora, essa imagem frequentemente explorada pela mídia e muito presente em nossa sociedade, deturpa o real significado do trabalho dos pesquisadores (crédito)
De maneira geral e muito ampla, o cientista é retratado como louco, desleixado, excêntrico e genial. A ciência, por extrapolação, também é apresentada como exótica, difícil, coisa para poucos – aqueles poucos, loucos, desleixados, excêntricos e geniais que se dispõem a trabalhar com temas por demais complexos. Em sua matéria publicada em setembro de 2013 na Ciência Hoje On-Line ( O cientista no imaginário popular), a bióloga e educadora Vera Rita da Costa reflete sobre a necessidade de desmitificar a figura do pesquisador, visto frequentemente como genial, excêntrico ou tresloucado. Segundo ela, exploradas pela mídia e muito presentes em nossa sociedade, essas imagens e concepções inadequadas do cientista e da própria ci…

Matemática Contra o Câncer

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Professor especialista em Biologia Matemática da Universidade de Oxford sugere a criação de modelos matemáticos para entender a dinâmica das células cancerosas e as suas interações com o tecido saudável como uma alternativa de combate ao câncer
Quem conhece bem o blog Biorritmo sabe que a interdisciplinaridade é o meu tema predileto. É bem verdade que já faz algum tempo que eu não posto nada nesta linha.  Fuçando a internet nas últimas semanas encontrei uma matéria muito boa  para reacender o assunto. No começo do mês de julho, o professor Philip Maini, catedrático em Biologia Matemática da Universidade de Oxford, concedeu uma entrevista à agência espanhola Sinc, quando esteve em Madri por ocasião da sua participação na 10ª Conferência do Instituto Americano de Ciências Matemáticas no  ICMAT. Philip Maini lidera desde 1992 o Centro Wolfson de Biologia Matemática, onde se dedica a criar modelos matemáticos para compreender assuntos aparentemente tão distantes das ciências exatas como o…

Uma Aula de Imunologia Muito Criativa

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Estudante publica no Youtube vídeo-aulas de ciências médicas e biológicas totalmente ilustradas por desenhos feitos por ele no momento da explicação.
Armando Hasudungan não é médico nem professor. Ele é apenas um estudante que curte arte e ciência. O cara desenha tão bem que resolveu fazer vídeos criativos com aulas sobre os mais diversos temas da ciência médica e  biológica. Tudo ilustrado por desenhos que ele mesmo faz no momento em que está explicando a matéria. Em seus vídeos publicados no Youtube,  é possível aprender de maneira divertida, conteúdos sobre imunologia, fisiologia, cardiologia, nefrologia, sistema reprodutor, etc.  Armando admite que nem tudo que ele põe nos vídeos está 100% correto, mas que ele procura pesquisar sobre os conteúdos em fontes confiáveis. É uma pena que as aulas são todas faladas em inglês. Mas não fiquem tristes: resolvi fazer uma versão em português das aulas do Armando e legendei uma de suas aulas de imunologia para a nossa alegria. Assistam "I…

Muita Aula, Pouco Aprendizado

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“Dar aulas é muito fácil – difícil é fazer as pessoas aprenderem” disse o educador e filósofo colombiano Bernardo Toro quando de sua visita ao Brasil em agosto de 2013
O modelo de escola adotado na América Latina não funciona, e a chave para a sua melhoria está em repensar o próprio conceito de educação. A opinião é do filósofo e educador colombiano Bernardo Toro, professor aposentado da Universidade Javeriana, de Bogotá, e membro dos conselhos da Confederação Colombiana de ONGs e do Centro Colombiano de Responsabilidade Empresarial. Toro esteve no Brasil no começo de agosto para participar do Salamundo 2013, evento internacional de educação realizado em Curitiba. “Muitas pessoas definem a escola como um lugar onde se dá aulas, e o educador como o profissional destinado a dar aulas”, disse. “Dar aulas é apenas uma estratégia; o objetivo da escola e do professor tem que ser que os alunos aprendam.” “A educação existe por um único motivo: porque saber não é natural do ser humano”, afirm…

À Espera do Newton Biólogo

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Assim como Isaac Newton transformou a matemática para tratar de mecânica celeste, muita gente acredita que o próximo Newton será um sujeito preocupado com biologia
Joel E. Cohen escreveu num artigo publicado na revista científica PLoS Biology que a matemática é o próximo microscópio da biologia. Segundo ele, a biologia deve estimular a criação de novos campos da matemática neste século.
Não é de hoje  que os matemáticos usam a biologia para inventar matemática. Se Francis Galton (1822-1911) não tivesse medido a altura, o peso, a força da mão e acuidade visual de umas dez mil pessoas, Karl Pearson (1857-1936) talvez não tivesse se dado ao trabalho de desenvolver várias técnicas para calcular a correlação entre duas variáveis. Se hoje engenheiros de tráfego usam as cadeias de Markov para ajustar os semáforos de cidades grandes, foi porque o matemático russo Andrei Markov (1856-1922) se interessou pelos aspectos matemáticos de um fenômeno biológico: os movimentos brownianos (em exibição e…

Só Tecnologia Não Basta

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Computador, ‘tablet’, redes sociais e até ‘smartphone’ podem ser usados em sala de aula. Mas, além de dominar a técnica, pais e professores precisam saber usá-los pedagogicamente, diz psicólogo.

Matéria instigante saiu na coluna Alô, Professor da Ciência Hoje On-Line em 14 de fevereiro deste ano. O artigo assinado por Célio Yano ressalta que, desde que os computadores pessoais começaram a se popularizar, na década de 1990, criou-se a expectativa de que a educação iria passar por uma revolução digital. No entanto, conforme diz o autor do artigo, não só não houve grandes mudanças, como há quem acredite que novas tecnologias, pelo contrário, dificultem o processo de aprendizado por parte dos estudantes. A seguir, passo a reproduzir um trecho da matéria.
"Para o psicólogo Luis Fernando Vílchez Martin, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, o problema é que as ferramentas não têm sido usadas de modo adequado do ponto de vista pedagógico. Doutor em filosofia, Martin é autor…

Leonardo da Vinci, Anatomista

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Mostra em Londres exibe estudos anatômicos inéditos e de surpreendente valor científico do artista. Imagens como a deste crânio seccionado (1489) lembram, tanto no nível de detalhes quanto no modo de visualização, técnicas atuais de ressonância magnética.

A exposição ‘Leonardo da Vinci, Anatomista’, em cartaz em Londres (junho de 2012), mostra pela primeira vez estudos anatômicos feitos pelo artista entre 1485 e 1513. Parte de um tratado sobre anatomia que nunca chegou a ser publicado, o material é cientificamente superior à ciência que estava sendo praticada na época. Os cadernos expostos na Royal Collection, no Palácio de Buckingham, mostram ilustrações e anotações, feitas em sua característica escrita espelhada, representando e descrevendo órgãos humanos e animais. Da Vinci utilizou técnicas de visualização inovadoras para a época, como secções transversais, representação em planos e a ‘vista explodida’, em que cada elemento da imagem é representado separadamente.“Os desenhos de Leon…

Devemos Acreditar na Ciência?

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Através do estudo da história da ciência, os alunos poderiam aprimorar a compreensão de suas próprias motivações para acreditar na ciência e vê-la como um método de conhecimento.
Em uma pesquisa realizada pela Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos (NSF, na sigla em inglês) em 2008, um número maior de entrevistados expressou ter “mais confiança” em autoridades científicas que em líderes de qualquer outra instituição, exceto o exército. Em questões de políticas públicas, os americanos julgam a liderança científica mais bem informada e imparcial que as chefias de outros setores da sociedade, como o empresariado ou o governo. Por que os pacientes afirmam confiar em cientistas de modo geral, mas se distanciam deles em questões específicas? Muitos culpam a má qualidade da educação científica nos Estados Unidos. O pensamento corrente é: se as crianças aprendessem mais ciências na escola saberiam valorizar a opinião científica sobre vacinas, clima, evolução e outros assuntos de cunh…

É Preciso Ensinar Atitudes Científicas

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Especialista argentina afirma que o fundamental no ensino de ciências é privilegiar a observação, a classificação e a formulação de perguntas para desenvolver o raciocínio
De um lado, estão os professores que propõem o ensino de Ciências com base em experiências práticas, feitas em laboratório - os chamados tecnicistas. De outro, estão os educadores que focam a transmissão de conceitos e a teoria em aulas expositivas - e que, pela escolha metodológica, são conhecidos por tradicionalistas. As limitações de ambas as linhas levou ao desenvolvimento, desde a década de 1970, de uma terceira perspectiva, conhecida como investigativa. A bióloga argentina Melina Furman é uma das mais expressivas representantes dessa corrente. Doutora em Educação e Ciências pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e coordenadora científica da Sangari Argentina, ela vem dedicando-se à pesquisa desse novo modo de ensinar a disciplina, que propõe se basear em uma situação-problema para oferecer aos aluno…

Piaget: O Biólogo da Aprendizagem

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O cientista suíço Jean Piaget revolucionou o modo de encarar a educação de crianças ao mostrar que elas não pensam como os adultos e constroem o próprio aprendizado Jean Piaget (1896-1980) foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Não existe, entretanto, um método Piaget, como ele próprio gostava de frisar. Ele nunca atuou como pedagogo. Antes de mais nada, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança.  Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade física, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética - isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios, desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capaci…

Por uma Aula de Genética mais Criativa

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Palitos de dente representam cromossomos duplicados e faixa preta, gene. Professora do ensino médio e estudante de mestrado propõe novos modelos didáticos para se ensinar genética.
Em julho de 2011, comemorou-se os 189 anos de nascimento do botânico Gregor Mendel, considerado "o pai da genética" por observar, de modo pioneiro e com rigor científico, linhagens e gerações de animais e plantas. Quase dois séculos depois, a genética desenvolvida por Mendel ainda é ensinada no colégio e o seu estudo com linhagens de ervilhas é o exemplo mais celebrado. Daiana Sonego Temp é professora de biologia de ensino fundamental e médio da cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Sua tese de mestrado em Educação na Universidade Federal de Santa Maria será defendida ainda este ano e propõe, justamente, um novo olhar sobre o ensino de biologia para adolescentes – com ênfase no ensino de genética. A ideia é facilitar a compreensão sobre o funcionamento de estruturas microscópicas tão comple…