Biologia Sintética
Técnica desenvolvida por alunos da USP, Unesp e UFSCar tem o objetivo de desenvolver teste diagnóstico mais rápido e barato contra problemas renais através da biologia sintética. Uso da biologia sintética reduz os custos dos exames e torna possível a detecção precoce de problemas nos rins
A biologia sintética é uma nova área de pesquisa que une a engenharia com a biologia, buscando o desenvolvimento de sistemas biológicos que realizem novas funções de forma eficiente. “A biologia sintética tem potencial de aplicação na produção de fármacos mais baratos, de novos químicos, materiais e combustíveis renováveis e de novas terapias para tratamento de doenças”, explica Mateus Schreiner Lopes, biólogo e doutor em biotecnologia pela USP. A aplicação da biologia sintética tem o objetivo de reduzir o tempo e o custo do desenvolvimento de microrganismos geneticamente modificados, além de aumentar a confiabilidade da modificação genética. “Chegará o dia em que praticamente qualquer produto na…
A biologia sintética é uma nova área de pesquisa que une a engenharia com a biologia, buscando o desenvolvimento de sistemas biológicos que realizem novas funções de forma eficiente. “A biologia sintética tem potencial de aplicação na produção de fármacos mais baratos, de novos químicos, materiais e combustíveis renováveis e de novas terapias para tratamento de doenças”, explica Mateus Schreiner Lopes, biólogo e doutor em biotecnologia pela USP. A aplicação da biologia sintética tem o objetivo de reduzir o tempo e o custo do desenvolvimento de microrganismos geneticamente modificados, além de aumentar a confiabilidade da modificação genética. “Chegará o dia em que praticamente qualquer produto na…