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Biologia e Diversidade dos Cetáceos

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Os maiores animais que já viveram neste planeta navegam por todos os oceanos. Imensos, poderosos e ameaçados, descubram a biologia e a diversidade dos cetáceos O grupo dos cetáceos abriga os grandes mamíferos aquáticos como as baleias, os rorquais, os golfinhos, toninhas, botos e orcas. A título de curiosidade, a palavra "baleia" t em origem no inglês "baleen" , utilizado para definir as cristas de barbatanas filtrantes da boca destes animais.  Considerados tradicionalmente uma ordem, agora esses animais são classificados como um subgrupo da ordem Cetartiodactyla , que abrange os cetáceos e seus parentes próximos ungulados (que tem cascos). O grupo dos cetáceos contém 87 espécies (número que varia um pouco, conforme o autor pesquisado). Os cetáceos atuais se dividem em duas sub-ordens: Odontoceti e Mysticeti . O grupo dos Odontoceti comtempla os golfinhos, as orcas - que também são um tipo de golfinho, e o cachalote. Já os Mysticeti compreende os...

O Destino Fatal das Baleias Encalhadas

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A baleia jubarte  de 12 m  que encalhou na praia de Geribá, em Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, morreu dois dias depois, vitimada por uma convulsão. Eventos desta natureza costuma ter desfecho trágico, explica o especialista A visão do triste espetáculo da baleia encalhada costuma provocar em nós a ânsia de ajudá-la e, quem sabe, até salvá-la da morte. E não é difícil explicar as correntes humanas que se formam para ajudar esses cetáceos ou as aglomerações comovidas pela impotência diante do sofrimento do animal. Mas, diferente do que gostaríamos, esse é um evento da natureza sobre o qual o homem pouco pode interceder.  Dos esporádicos casos de encalhes de grandes cetáceos vivos acontecidos nos últimos 20 anos, muito poucos resultaram em desencalhe. Ainda assim, grande parte do êxito nesses poucos casos de sucesso deve-se quase que exclusivamente às condições da maré e da praia em que o animal encalhou. Ou seja, a interferência do homem não faz parte dos f...

Golfinhos do RJ: Um Símbolo Ameaçado

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Presente no brasão da cidade do Rio, tal a quantidade que havia, o boto --chamado de golfinho pelos leigos-- tende a desaparecer da baía de Guanabara antes da metade do século. De uma população de alguns milhares há até 50 anos, só restaram 40, aponta monitoramento inédito do Laboratório Maqua (Mamíferos Aquáticos) da Faculdade de Oceanografia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). O laboratório também  investiga o caminho dos poluentes na cadeia alimentar dos animais das três baías do Estado - Guanabara, Sepetiba e Ilha Grande, além de capacitar profissionais de alto padrão em monitoramento ambiental. O laboratório é o único da região Sudeste onde se tem a possibilidade de receber o corpo de um mamífero e fazer as análises que darão todo o perfil do animal estudado. Criado em 1992 por estudantes de oceanografia, o projeto Maqua já recolheu e estudou mais de 300 botos-cinza da Baía de Guanabara. Um mal silencioso ameaça os golfinhos da Baía de Guanabara. Resíduos de ti...