O que é Medicina Ortomolecular?


Medicina ortomolecular é o estudo da ação deletéria dos radicais livres sobre as estruturas celulares, o que pode provocar doenças degenerativas e até mesmo câncer. Radical livre é uma molécula de oxigênio que possui em sua órbita mais externa um elétron não pareado, isto é , instável, que para se equilibrar captura um elétron de qualquer substância próxima gerando outro radical livre, em efeito cascata. Nosso organismo produz diversos tipos de enzimas com a finalidade de neutralizar os radicais livres. O envelhecimento está diretamente relacionado com o aumento dos radicais livres e com a redução na produção enzimática.
Em que condições há um aumento do número de radicais livres? Quando o nosso organismo é agredido por vários tipos de agentes como: agentes biológicos (vírus, bactérias e fungos, nas infecções), agentes químicos (intoxicação por metais pesados como o chumbo, mercúrio, alumínio e outros e também na quimioterapia) e agentes físicos ( exposição às radiações UVA e UVB do sol). Sabemos também que em situações de estresse constante, depressão, ansiedade, doença do pãnico, aumenta a quantidade de radicais livres no organismo, baixando o sistema imune e propiciando o aparecimento de doenças e até o câncer.
Vale ressaltar que uma alimentação balanceada à base de proteínas, lipídios, glicídios e vitaminas ( com a orientação de um nutricionista), exercícios físicos ( com orientação médica) nos dará um equlíbrio bioenergético, favorecendo uma vida saudável, evitando o aparecimento de doenças e o envelhecimento precoce.
Uma outra forma de se combater os efeitos dos radicais livres sobre o nosso organismo é através do uso de antioxidantes. Através da avaliação de um especialista em medicina ortomolecular é possível saber quais são as suas necessidades de agentes oxidantes e de que maneira os radicais livres estão interferindo em sua saúde. Os principais agentes oxidantes conhecidos são: vitamina C, vitamina E, betacaroteno (pré-vitamina A), vitaminas do complexo B, aminoácidos, extratos de uma planta oriental chamada Ginkgo biloba, bioflavanóides e elementos químicos como selênio, zinco, manganês, ferro e outros, os quais são constituintes de várias enzimas antioxidantes. Convém salientar que apenas 5% aproximadamente de todo o oxigênio que respiramos são convertidos em radicais livres, os outros 95% são utilizados no metabolismo energético das células.

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