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Mostrando postagens de Maio, 2012

Mudança no Perfil Epidemiológico das Populações Indígenas

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Mais de 50% da população indígena feminina já sofre com a obesidade
Mudança epidemiológica tem levado para as aldeias do país problemas como obesidade, hipertensão arterial e diabetes

Segundo dados do Censo 2010, hoje no Brasil vivem mais de 800 mil índios (cerca de 0,4% da população brasileira), distribuídos em 688 terras indígenas e algumas áreas urbanas. Os números não mensuram os dados que consideram a mais recente característica dessa população: o perfil epidemiológico e nutricional dos povos indígenas vive um cenário de transição.
Alterações nos padrões alimentares e de atividade física têm provocado drásticas transformações na saúde desse grupo, levando para as aldeias problemas como obesidade, hipertensão arterial e diabetes. A afirmação faz parte dos resultados do 1º Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas, uma realização da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), com o apoio do Ministério…

Mensageiros? Que Nada!

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Como o pombo-correio sabe para onde ele deve levar a mensagem?  Neurofisiologista diz tratar de uma estratégia adaptativa. Os pombos-correio possuem uma moradia fixa e procuram sempre voltar para esse abrigo, onde encontram proteção, alimento e os membros de seu bando

O pombo-correio não leva uma mensagem espontaneamente a um determinado destino, como muita gente pensa. Ao invés disso, ele é transportado de seu local de origem até um certo ponto de partida, de onde ele saberá como retornar à sua casa. "É um mecanismo natural que ele tem. Trata-se de uma estratégia adaptativa, ou seja, um resultado da seleção natural. Alguns animais são nômades, outros, migratórios. Já os pombos-correio possuem uma moradia fixa e procuram sempre voltar para esse abrigo, onde encontram proteção, alimento e os membros de seu bando", diz o professor Ronald Ranvaud, que ministra as disciplinas de Neurofisiologia e Ciências Cognitivas no Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciênc…

Será o Fim da Picada?

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Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology desenvolveram um novo dispositivo capaz de injetar medicamentos sem o uso de agulhas hipodérmicas. Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, desenvolveram um novo dispositivo capaz de injetar medicamentos sem o uso de agulhas hipodérmicas. A abordagem, que entrega um líquido por meio de um jato de alta velocidade que rompe a pele com a velocidade do som, permite entregar vários medicamentos simultaneamente, melhora a adesão dos pacientes e reduz o risco de picadas acidentais. Nas últimas décadas, os cientistas desenvolveram várias alternativas para agulhas hipodérmicas. Por exemplo, adesivos de nicotina que lentamente liberam drogas através da pele. No entanto, essas opções só podem liberar pequenas moléculas de droga para passar através dos poros da pele, limitando o tipo de medicamento que pode ser entregue. Para permitir a entrega de drogas baseadas em grandes proteínas, os investigadores…

Seguindo a Nossa Pegada Ecológica

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A Pegada Ecológica traça uma comparação entre o consumo humano e a capacidade da natureza de suportá-lo. O resultado dessa conta é o indicador do impacto ambiental que cada um exerce sobre o planeta.
A pegada ecológica de um país, de uma cidade ou de uma pessoa, corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e de mar, necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam determinados estilos de vida. Em outras palavras, a Pegada Ecológica é uma forma de traduzir, em hectares (ha), a extensão de território que uma pessoa ou toda uma sociedade “utiliza”, em média, para se sustentar. Para calcular as pegadas foi preciso estudar os vários tipos de territórios produtivos (agrícola, pastagens, oceano, florestas, áreas construídas) e as diversas formas de consumo (alimentação, habitação, energia, bens e serviços, transportes e outros). As tecnologias usadas, os tamanhos das populações e outros dados, também entraram na conta. Cada tipo de consumo é convertido, por meio de tabe…

Aves à Vista

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Associação nacional recém-criada promete facilitar a vida dos adeptos da observação de pássaros na natureza, bem como estimular essa prática e a preservação de ecossistemas no país.
Há quem viaje longas distâncias com o objetivo exclusivo de avistar pássaros em liberdade. Ornitólogos e entusiastas dessa prática podem contar agora com uma entidade nacional que pretende criar instrumentos para estimular, facilitar e difundir a atividade no país. Inaugurada em outubro de 2011, a Associação Brasileira de Observadores de Aves(Aboa) já reúne mais de 600 membros. Estranhamente, o Brasil ainda não tinha uma instituição de âmbito nacional com esse propósito – mesmo sendo o segundo país com maior biodiversidade de aves no mundo. As iniciativas resumiam-se a grupos regionais com limitada atuação e, em geral, pouca estrutura.
A ideia, embora concretizada somente no ano passado, já vinha sendo discutida desde 2010, quando o ornitólogo SandroVon Matter lançou Ornitologia e conservação: ciência apli…

As Piores Epidemias da História

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As carroças cheias de cadáveres, pessoas agonizando no meio das ruas, religiosos malucos. Essas foram as consequências da peste negra. Surgida na Idade Média, a doença matou metade da Europa e parte da China.
As epidemias se caracterizam pela contaminação de um grupo de pessoas muito grande, como uma cidade ou uma região, num período muito curto de tempo. Se a contaminação atingir áreas mais amplas, ela é chamada de pandemia. Na história viu-se muitas vezes a humanidade se descabelar por causa dessas doenças desagradáveis. Acredita-se que o homem criou as condições ideais para suas epidemias quando começou a domesticar animais, que já possuíam seus próprios micróbrios, ou quando começou a armazenar alimentos, prática que atraía muitos animais perigosos à saúde, sem contar a exposição a esse tipo de comida que, digamos, estariam em más condições (no mínimo). Além disso, o modo de vida contemporâneo vai desafiando cada vez mais os tipos de epidemias, que se desenvolvem em complexos cada…

Estudo Questiona os Benefícios do "Colesterol Bom" Para o Coração

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Estudo de pesquisadores americanos desafia suposição de que elevação do colesterol de lipoproteinas de alta densidade (HDL) reduz risco de ataque cardíaco
Estudo publicado online na revista The Lancet desafia a suposição de que a elevação de HDL - o chamado colesterol bom - necessariamente reduz o risco de um ataque cardíaco. Equipe liderada por pesquisadores do Broad Institute and Massachusetts General Hospital (MGH), nos Estados Unidos, explorou a ocorrência natural de variações genéticas em humanos para testar a conexão entre os níveis de HDL e ataques cardíacos. Ao estudar os genes de cerca de 170 mil indivíduos, a equipe descobriu que, quando analisadas em conjunto, as 15 variantes de elevação de HDL testadas não reduziram o risco de um ataque cardíaco. Para os autores do estudo, resultados indicam que não há provas de que altas concentrações de colesterol de lipoproteinas de alta densidade (HDL) estejam diretamente vinculadas a um menor risco de ataque cardíaco. De acordo com in…

EUA Rumo à Sociedade Multiétnica