Os Cães Assassinos dos Conquistadores Espanhóis

Usando cães da raça Alano, um cruzamento de buldogue com mastim, em suas frentes de batalha, os conquistadores espanhóis protagonizaram um dos episódios mais sangrentos da história. Os cães também integravam o exército e iam para a batalha cobertos por faixas de couro e fortes proteções de feltro sobre o corpo, o que os transformava em uma arma implacável. 

O historiador Álvaro Van den Brule acrescentou recentemente novas cenas de terror aos já conhecidos relatos de batalhas sangrentas que povoam a história da conquista das Américas pelos espanhóis. Além das armas de fogo e cavalos, cães da raça Alano, um cruzamento de buldogue com mastim, eram treinados para acompanhar as tropas no território americano. O resultado era a matança indiscriminada e truculenta, que incutiu o terror nos nativos.
Os cães também integravam o exército e iam para a batalha cobertos por faixas de couro e fortes proteções de feltro sobre o corpo, o que os transformava em uma arma implacável. O mais famoso desses cães foi Becerillo, que acompanhava o conquistador Sancho de Aragão. Sua dedicação no campo de batalha lhe rendeu até um salário. 
Álvaro Van den Brule detalha em um artigo, recentemente publicado no site El Confidencial, que, embora os relatos da época tenham subestimado a importância dos cães guerreiros nas batalhas da conquista, vários dados fazem crer que seu uso foi generalizado. Até 400 cachorros teriam participado da conquista do território mexicano, semeando um terror sem precedentes no seu caminho.
O historiador Van den Brule explica: “eles foram responsáveis em grande parte pela matança indiscriminada que entrou para a história como uma das táticas militares mais sangrentas de todos os tempos”.
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