Caracterização do Proteoma Sináptico do Peixe-Zebra

Uma equipe internacional de pesquisadores apresentou a primeira caracterização das proteínas que se expressam nas conexões neuronais do peixe-zebra (Danio rerio), animal modelo amplamente usado no estudo do sistema nervoso e de suas enfermidades já que apresenta uma grande homologia com o cérebro humano. Conhecido no Brasil como "paulistinha", esta espécie é muito utilizada nas pesquisas de desenvolvimento de novos medicamentos orientados para o tratamento de desordens cerebrais como o autismo, a esquizofrenia e o retardo mental.

Uma equipe internacional de pesquisadores apresentou a primeira caracterização das proteínas que se expressam nas conexões neuronais do peixe-zebra (Danio rerio), animal modelo para o estudo do cérebro humano e de suas patologias. Também conhecido no Brasil pelo nome de "paulistinha", o peixe-zebra é um modelo animal amplamente usado no estudo do sistema nervoso e de suas enfermidades já que apresenta uma grande homologia com o cérebro humano. Esta espécie é muito utilizada nas pesquisas de desenvolvimento de novos medicamentos orientados para o tratamento de desordens cerebrais como o autismo, a esquizofrenia e o retardo mental.
Esta primeira caracterização do proteoma sináptico de um vertebrado inferior permitiu também estudar a evolução em comparação com os mamíferos. A análise mostra como a evolução dos vertebrados tem favorecido o aumento da complexidade do proteoma sináptico. Uma vez que a sinapse é a unidade básica cognitiva do cérebro, a expansão dos seus componentes podem ter contribuído para a diversidade de comportamentos e habilidades intelectuais de vertebrados ao longo da evolução.
A pesquisa fornece uma ferramenta essencial para estudos posteriores utilizando este modelo animal para caracterizar a fisiopatologia das chamadas sinaptopatias e para o desenvolvimento de drogas que visam tratá-las. O estudo foi divulgado na última edição da Nature Communications.
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